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terça-feira, 27 de agosto de 2013

A MEDIDA, A COR E A CARA DA FELICIDADE

Lili tem certeza de que a Felicidade é amarela. E a certeza aumentou com esta imagem. Esta é pra você que está láaaaa do outro lado das Américas, mais precisamente em Chicago (EUA), onde a exposição  “The Happy Show”, feita pelo designer gráfico Stefan Sagmeister, está causando.
O artista põe a gente pra pensar sobre o que é essa tal de F-E-L-I-C-I-D-A-D-E e sobre o quanto somos felizes. Mas você, que como eu está por bandas tupiniquins também pode ver um pouco do que há por lá (uma das vantagens desse mundo globalizado, iupi!!!) acessando o zupi.com.br. A foto aí é deles e já dá por a gente pra pensar um tiquim, né não?
Uma das instalações da “The Happy Show”, fdo designer gráfico Stefan Sagmeister (foto: www.zupi.com.br)

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Beija eu!

Mancha de batom agora não é mais sinônimo de traição nem de desleixo na lavação da roupa. Mancha de batom agora é arte. Pelo menos pra moça aí da foto, cujo talento inusitado ganhou mundo. Natalie Irish, norteamericana descolada e apaixonada por batons, escancarou sua paixão, ou seja, levou às telas o beija-beija de todos os mortais sem precisar de fita de cinema nem pipoca. Ícones da música e divas do cinema vão saindo literalmente da boca de Natalie  para as telas com um perfeccionismo que encanta. Isso é que é beijar bem, né? Quer ver como ela faz? Assista  o video em http://www.youtube.com/watch?v=0ra5kRL6iuk

Foto: reprodução do Youtube

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Tem sorteio!



Então. Passando para divulgar um artista pra lá de talentoso: MONICO REIS. Tudo sobre ele  e suas obras mara demais, aí, no blog dele. Mas o melhor de tudo é o SORTEIO  que ele está fazendo dessa tela linda de viver, chamada Flor Única 03. Na minha parede vai ficar show! Por isso é que fui lá correndo participar. Como euzinha fiquei sabendo disso tudo? Pelo blog da antenadíssima Betty Gaeta, o Gosto Disso. Pois é. Agora que já sabem, corram lá também, viu?

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Como fazer crianças e cães dormirem como anjos num sábado à noite

Então um dia a filha caçula vira e diz que não tem nada pra fazer. Pleno sábado à noite e ela me cutucando: "mãe, não tem nada pra fazer!...". Mania que os meninos de hoje tem de ficar pedindo pra gente arrumar o que fazer. Quando eu era pequena lá... nos idos de 1970tinha, o que não me faltava era o que fazer. Haja espaço pra tanta ideia! Mas hoje, com pc, internet, iphone e tudo o mais, chega a dar dó dos bichinhos, perdidos no meio da parafernália cibernética. Não é o só o Bob Esponja que está com a calça quadrada, nossos filhos também estão ficando com o bumbum quadrado de tanto ficar sentados teclando, teclando, teclando...Resultado: uma total falta de imaginação quando não há um aparelhinho desses na mão. Pois aí mamãe, com dó da caçula -  que não teve a felicidade de subir em pé de fruta, balançar em balanço de pneu, comer manga derrubada com vara de bambu, fazer guizado no quintal, brincar de indio na moita de bananeira, nem fazer casinha de boneca com latinhas de massa de tomate e tampinhas de refrigerante -  então tratou de inventar um que-fazer pra ela. Olha daqui e dali, eureka! Dois palets encontrados na porta da loja de bebedouros e estocados por mamãe pra quando Deus quisesse, iriam ser as cobaias da vez.
Olhem só aí no que deu essa brincadeira, em pleno sábado à noite, no meu apezinho:



E começa a transformação de dois palets que iam pro lixo em algo que fará duas criaturinhas muito felizes. Material necessário: tinta latex, corante xadrez baratinho, pincel, plástico pra forrar o chão do ap, canetinha hidrocor e uma menininha linda sem ter o que fazer num sábado à noite enquanto o sono não vem... 
Devagar a peça foi se transformando... a tinda latex branca foi matizada com corante vermelho (dois pinguinhos na tijela, pra ficar rosa-bebê)

Primeira demão...


Deu a segunda demão. Pensei: vai dormir. Mas  aí ela cismou de fazer algo mais personalizado...


Ta bom... usou minha ELLE da coleção como apoio pra fazer os "ossinhos" (o contorno foi feito com canetinha hidrocor preta, daquelas que ela leva pra escola)

... e personalizou a caminha da Morena...

Entusiasmou-se e acabou fazendo uma pro Bethoven (o dele é com um E só mesmo) azulzinha, olha que fofo dele, todo prosa, pronto pra naninha...
Pssss.... não é que ele dormiu, mesmo?
Ah! A Morena eu não tirei foto porque a doidinha não pára quieta na cama e agora está com o pelo todo embolado! Resultado: tosa à vista. Deixo pra postar foto dela quando estiver linda e loira de novo, como na foto aí da barra lateral, né? Então, foi isso. Filha caçula foi dormir também, com um sorriso até aqui.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Uma noite estrelada só pra mim!

Ficheiro:Van Gogh - Starry Night - Google Art Project.jpg
Eu não sei vocês, mas meu sonho,meu maior sonho de consumo foi ter uma tela do Van Gogh na minha sala. Tornar-me uma milionária seria o caminho mais curto para essa façanha, mas hoje eu descobri que tem um atalho: TEM SORTEIO NO "EU TENHO PRESSA MUITA COISA ME INTERESSA" e adivinhem o que está sendo sorteado??? Justamente essa maravilha aí, que é uma reprodução em técnica especial da BERTAZZONI ARTES!
Gente, não é papel, a imagem é reproduzida em canvas, com uma tinta especial que dá textura quase idêntica à da tela original - que foi criada por Van Gogh (1889-1890), meu ídolo da pintura,  quando ele tinha 37 anos, enquanto esteve em um asilo em Saint-Rémy-de-Provence. A obra atualmente encontra-se na colecção permanente do Museu de Arte Moderna de Nova York.
Não dá pra perder esse sorteio, né não? Por isso, apesar de querer a tela só pra mim, eu estou postando aqui, dividindo com vocês essa novidade quentíssima. Claro que eu também ganho chance extra no sorteio, né... rsrs...Mas vão lá, viu? Quero minha sala estrelada pelo Van Gogh!


sexta-feira, 29 de julho de 2011

Vou dar cartaz

Maracatu - #1

Na minha época de adolescente, quando a gente estava querendo gelar um cara, a gente dizia: "não vou dar cartaz pra esse cara". Pois então, dar cartaz é o mesmo que aparecer pro cara, entrar na onda ele. Pois eu já to na onda do blog delicioso SEI LÁ, MUITAS COISAS..., que está com uma promô pra lá de boa: vai lá confere como ganhar um cartaz di-vi-no como esse aí, da Cartazêra. Eu já escolhi o meu e to postando aqui no bloguito pra concorrer mais uma vez. E vc? Não vai dar cartaz pra essa maravilha, não é? Só se for besta pra ficar de fora...

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Não resisti!

A gente põe aqui o que blogueiros inspiradíssimos põem na alma da gente. E hoje as meninas do Studio da Lu postaram essa coisa linda bem aqui no meu coraçãozinho de manteiga. Lembrei-me de meu tempo de facul, na PUC-MG, cantando junto com duas amigas queridas pelos corredores da Comunicação (eita turma doida e boa aquela, bons tempos!). Então fica aqui emprestada da Lu a homenagem às minhas amadas Januse de Castro e Ana Andrade. Porque vi e não resisti: postei!

terça-feira, 26 de julho de 2011

Não resisti


To passando só pra dizer que essa ideia não tem preço. Une tudo: reciclagem, beleza, bom gosto, faça-vc-mesmo, criatividade, chita (que a-do-ro), brasilidade, reaproveitamento de materiais disponíveis na natureza, além de trazer a natureza pra dentro de casa. É um post chiquérrimo do Casa, Coisas e Tal. Não resiti: postei! Vão lá e confiram, ta?

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Não resisti...

Eu sempre posto algo irresistível aqui. Hoje foi a vez de eu me derreter diante do video que o pessoal da Desconceito fez para o blog Ana Sinhana. Taí, procês verem a animação em stop motion e ouvirem a música linda que puseram  e que toca láaaaaa no fundinho do coração da gente. Da vontade de ser criança, de beijar gatinhos na rua e ter bichinhos pela casa. Coisa que me lembrou aqueles desenhos de massinha (Mio e Mau da antiga TV Globinho nos idos anos 1970, ai que saudade) e deu vontade de brincar com os filhos de fazer coisinhas bonitas com agulha e linha e também de contar histórias de objetos que tomam vida à noite quando todos dormem. Pois é. Falei demais. Ver e ouvir é melhor. Com vocês, Ana Sinhana:


quarta-feira, 20 de julho de 2011

Paris é logo ali


Senti uma coisa danada de boa quando li hoje, agorinha mesmo, o post da Betty Gaeta, no seu Gosto Disso.
Dei de cara com esse casal aí do lado, a mão dele quase se fechando na circunferência da cintura da moça, os narizes quase colados, as pernas numa quase abertura... Ai... os quase do tango argentino são o que há de mais eloquente e quente nessa escultura dos irmãos valencianos Lladró, cujo trabalho impressionante está descrito pela Betty em seu post.
Não resisti e puf: postei o link aqui e essa figura apaixonante pra começar o dia cheio de paixão e nostalgia. Digo isso porque, como relatei à Betty, vi dessas esculturas quando era criança, na casa da diretora da minha escolinha. Jamais pensei vê-las alçadas assim em voo cibernético no século XXI. Pra vocês verem como a gente subestima as pequenas coisas dessa vida. Bom dia a todos!
PS: dá só uma olhada nas panturilhas da moçoila aí do tango. Nem todas as academias do mundo produziriam tal beleza...

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Portinari para todos

Essa imagem aí chama-se Café e é uma reprodução do inconfundível Cândido Portinari. Cheguei até ela hoje por conta de um textinho que fiz aqui no trabalho, a respeito dessa bebida que faz parte da cultura brasileira e de sua história. O poemina intitulado Perfume de Café, depois eu mostro. O melhor é que por essas coincidências da vida, folheando o jornal Folha de São Paulo, hoje encontrei uma matéria assinada por Silas Marti, de Pinhais (PR), sobre uma fábrica de reproduções chamada Recriar. A danadinha é das poucas que conseguiram no mundo a autorização da família do incrível pintor brasileiro, para reproduzir as obras em telas, panos e outros artigos. Corri ao site da dita cuja e conferi. "Café" e outras lindas imagens estão lá. Dizem que até o tal misterioso e belo "azul Portinari", tão esfuziante na Igrejinha da Pampulha aqui em BH, eles conseguem reproduzir nas cópias, com fidelidade elogiável. Fiquei azulzinha de vontade de comprar uma... Por enquanto vi com os olhos e lambi com a testa colada na tela, como diria minha tia Geralda. De modos que exibo a gravura, pra deixar todo mundo informado sobre a possibilidade de decorar - yes, we can! - as nossas singelas paredes com essas maravilhas da arte brasileira e outras internacionais.
Como não acredito em acasos e, sim, em coincidências programadas, recordei que no fim de domingo, assistindo o Faustão, as telas de Portinari estavam lá, enormes, como fundo de tela do ex-gordinho global, embelezando um programa de povão. Agora, pelo que se sabe, há possibilidade de Portinari ir parar, com assinatura e selo de autenticidade, sob pratos na forma de sousplat, ou até em pinduricalhos de chaveiros. A aldeia global está cada dia mais democrática. E a decor agradece. Quem disse que gente comum e remediada não pode ter bom gosto? Ao invés de Louis Vuitton, Portinari!

terça-feira, 6 de julho de 2010

As cores e dores de Frida

Pois então. Hoje é aniversário da Frida Kahlo. O nosso amigo Google está homenageando e eu tomei emprestada a homenagem. Boa lembrança. Frida foi mais que uma mulher excêntrica, com suas "monocelhas" e estética questionável. Não era uma simples pintora fazendo marketing de sua feiura (?) também. Não começou a pintar cedo como a maioria dos grandes ícones da pintura, mas como alguns eles traduziu nas telas e no modo de se vestir as agruras que viveu e sua ironia e sarcasmo diante da vida.
Mais que uma pintora de grande sucesso, Frida Kahlo difundiu - embora despropositadamente ao que parece - o uso das cores como catarse para a obscuridade do seu universo particular, rico em acidentes como o que sofreu ainda moça e onde teve a coluna partida e a vagina perfurada (tema do quadro Coluna Partida, abaixo). Vale dar uma espiada na sua página oficial e viajar um pouco nas cores de suas obras e de seus vestidos e enfeites de cabelo. Eles falam sobre sofrimento, dor e ao mesmo tempo sobre a possível beleza da vida - tudo que estava por detrás dos pensamentos de uma  mulher de personalidade forte,  persistente o bastante para sobreviver a pequenas tragédias cotidianas e grandes tragédias em poucos 47 anos. Contestou sua condição de "aleijada" ou "deficiente", pensou suas próprias roupas e adereços, ousou não ter filhos quando era normal que todas tivessem, envolveu-se com outras mulheres, embora parecesse amar desmedidamente o homem com quem se casou por duas vezes, pintou sua realidade disfarçada de surrealismo (como ela própria uma vez teria dito). Viveu com todas as suas forças, mas paradoxalmente deixou escrito no dia da morte: "espero que minha partida seja feliz e que eu nunca mais retorne".   Repetindo a própria Natureza, ela seguiu seu curso e achou um caminho, embora tortuoso. Agarrou-se às cores da vida enquanto pode. E talvez as tenha deixado de lado quando sentiu que não havia mais cores a pintar. Independetemente de sua vida pessoal, a obra de Frida continua atual e isso lhe tem valido homenagens, como a do grupo Coldplay, no excelente Viva La Vida, música título do penúltimo album da banda.
E pra fechar esse post, trechos da música da brasileiríssima e genial Adriana Calcanhoto, Esquadros, que marcou o meu período de estudante na PUG-MG,e em Beagá, e foi tema de trabalho de fim de curso:

Eu ando pelo mundo prestando atenção em cores que não sei o



nome.


Cores de Almodóvar, cores de Frida Kahlo, cores.


(...)


Pela janela do quarto, pela janela do carro,


Pela tela, pela janela,


Quem é ela, quem é ela?


Eu vejo tudo enquadrado, remoto controle.





A
Ilustrações retiradas da internet (Google Imagens).