Então. Passando para divulgar um artista pra lá de talentoso: MONICO REIS. Tudo sobre ele e suas obras mara demais, aí, no blog dele. Mas o melhor de tudo é o SORTEIO que ele está fazendo dessa tela linda de viver, chamada Flor Única 03. Na minha parede vai ficar show! Por isso é que fui lá correndo participar. Como euzinha fiquei sabendo disso tudo? Pelo blog da antenadíssima Betty Gaeta, o Gosto Disso. Pois é. Agora que já sabem, corram lá também, viu?
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quinta-feira, 18 de agosto de 2011
Tem sorteio!
Então. Passando para divulgar um artista pra lá de talentoso: MONICO REIS. Tudo sobre ele e suas obras mara demais, aí, no blog dele. Mas o melhor de tudo é o SORTEIO que ele está fazendo dessa tela linda de viver, chamada Flor Única 03. Na minha parede vai ficar show! Por isso é que fui lá correndo participar. Como euzinha fiquei sabendo disso tudo? Pelo blog da antenadíssima Betty Gaeta, o Gosto Disso. Pois é. Agora que já sabem, corram lá também, viu?
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quarta-feira, 17 de agosto de 2011
A chave
Perguntinha básica: o que fazer com uma porta velha de armário de banheiro e um monte de cacarecos? Bati cabeça em torno da questão, principalmente porque minha mãe disse que a casa estava virando uma filial da ASMARE (Associação de Catadores de Material Reciclável aqui de BH). Desse modo o desafio se instalou: tenho de achar a chave que vai me libertar desse monte de pseudo-lixo. Sim, porque a gente tem mania de ver lixo em tudo que não usa mais. Pensa daqui e dali, enfim achei a chave para o dilema. Não sei exatamente em que site eu vi a ideia proque a gravura estava guardada no meu baú de recortes e coisas-que-eu-vou-fazer-um-dia faz é tempo! (Please, quem souber me diga pra eu postar os devidos créditos rapidinho, viu? ) Então taí. Não tem PAP detalhado, mas o antes e o depois explicadinho:
Era uma vez uma porta de armário que resolveu cair. Estava cansada, a coitada, de ser a mesma coisa sempre, ali, no abre-fecha debaixo da pia do banheiro. Daí, despencou de tédio - feito a gente numa quarta-feira dessas, pensando no monte de coisas que poderia estar fazendo em casa, não fosse o tal do trabalho (rsrsrs...). A porta, abandonada e triste ficou por algumas semanas, no lugar mais apropriado para portas entediadas: escondidas no escurinho debaixo da cama.
Era uma vez também quatro chaves sem porta, que também abandonadas e tristes, repousavam no fundo de gavetas-guarda-trecos, que encontraram ao acaso cinco argolas de variados tamanhos, algumas arruelas que se perderam pelo caminho, dois clipes, um grampo de cabelo que caiu no vão da pia do banheiro, uma estrelinha de metal que se desprendeu do paraíso que era aquele colar lindo, alguns badulaques sem nome e três gatos-pingados que miavam no silêncio da caixa de contas. Todos sem rumo e insatisfeitos por se sentirem inúteis e esquecidos, prontos para ir para o único fim certo a que todos - incuindo nossos lindos corpos humanos - estamos destinados: o lixo.
Mas eis que num fimdesemanaemendadocomferiado uma fada madrinha resolveu mexer no seu imenso caldeirão de ideias e zap! Não é que ela ajuntou todo mundo com uma lata de tinta spray preta e daí nasceu a chave para todos os dilemas ali empilhados?
Numa folha de papel, um lápis também achou um lugarzinho especial. Lugares marcados, hora da transformação e do grande encontro. De roupa nova, no melhor estilo black tie, todo mundo foi achou enfim a chave para o sucesso! ... E viveram felizes para sempre...
Era uma vez uma porta de armário que resolveu cair. Estava cansada, a coitada, de ser a mesma coisa sempre, ali, no abre-fecha debaixo da pia do banheiro. Daí, despencou de tédio - feito a gente numa quarta-feira dessas, pensando no monte de coisas que poderia estar fazendo em casa, não fosse o tal do trabalho (rsrsrs...). A porta, abandonada e triste ficou por algumas semanas, no lugar mais apropriado para portas entediadas: escondidas no escurinho debaixo da cama.
Era uma vez também quatro chaves sem porta, que também abandonadas e tristes, repousavam no fundo de gavetas-guarda-trecos, que encontraram ao acaso cinco argolas de variados tamanhos, algumas arruelas que se perderam pelo caminho, dois clipes, um grampo de cabelo que caiu no vão da pia do banheiro, uma estrelinha de metal que se desprendeu do paraíso que era aquele colar lindo, alguns badulaques sem nome e três gatos-pingados que miavam no silêncio da caixa de contas. Todos sem rumo e insatisfeitos por se sentirem inúteis e esquecidos, prontos para ir para o único fim certo a que todos - incuindo nossos lindos corpos humanos - estamos destinados: o lixo.
Mas eis que num fimdesemanaemendadocomferiado uma fada madrinha resolveu mexer no seu imenso caldeirão de ideias e zap! Não é que ela ajuntou todo mundo com uma lata de tinta spray preta e daí nasceu a chave para todos os dilemas ali empilhados?
Não sei por que essa foto quer ficar assim, deitadinha. Mistéeeeerios...
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terça-feira, 3 de agosto de 2010
Portinari para todos
Essa imagem aí chama-se Café e é uma reprodução do inconfundível Cândido Portinari. Cheguei até ela hoje por conta de um textinho que fiz aqui no trabalho, a respeito dessa bebida que faz parte da cultura brasileira e de sua história. O poemina intitulado Perfume de Café, depois eu mostro. O melhor é que por essas coincidências da vida, folheando o jornal Folha de São Paulo, hoje encontrei uma matéria assinada por Silas Marti, de Pinhais (PR), sobre uma fábrica de reproduções chamada Recriar. A danadinha é das poucas que conseguiram no mundo a autorização da família do incrível pintor brasileiro, para reproduzir as obras em telas, panos e outros artigos. Corri ao site da dita cuja e conferi. "Café" e outras lindas imagens estão lá. Dizem que até o tal misterioso e belo "azul Portinari", tão esfuziante na Igrejinha da Pampulha aqui em BH, eles conseguem reproduzir nas cópias, com fidelidade elogiável. Fiquei azulzinha de vontade de comprar uma... Por enquanto vi com os olhos e lambi com a testa colada na tela, como diria minha tia Geralda. De modos que exibo a gravura, pra deixar todo mundo informado sobre a possibilidade de decorar - yes, we can! - as nossas singelas paredes com essas maravilhas da arte brasileira e outras internacionais.
Como não acredito em acasos e, sim, em coincidências programadas, recordei que no fim de domingo, assistindo o Faustão, as telas de Portinari estavam lá, enormes, como fundo de tela do ex-gordinho global, embelezando um programa de povão. Agora, pelo que se sabe, há possibilidade de Portinari ir parar, com assinatura e selo de autenticidade, sob pratos na forma de sousplat, ou até em pinduricalhos de chaveiros. A aldeia global está cada dia mais democrática. E a decor agradece. Quem disse que gente comum e remediada não pode ter bom gosto? Ao invés de Louis Vuitton, Portinari!
Como não acredito em acasos e, sim, em coincidências programadas, recordei que no fim de domingo, assistindo o Faustão, as telas de Portinari estavam lá, enormes, como fundo de tela do ex-gordinho global, embelezando um programa de povão. Agora, pelo que se sabe, há possibilidade de Portinari ir parar, com assinatura e selo de autenticidade, sob pratos na forma de sousplat, ou até em pinduricalhos de chaveiros. A aldeia global está cada dia mais democrática. E a decor agradece. Quem disse que gente comum e remediada não pode ter bom gosto? Ao invés de Louis Vuitton, Portinari!
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