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quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Já é Natal...


Antes


Antes


Depois


Depois













Pois é. Lili não é apressada, é romântica, apaixonada pelo Natal. Por isso, ele, o Papai Noel, já chegou aqui no bloguito com suas energias superpositivas. Que ele traga a cada um de vocês, meus caros e caras compartilhadores de ideias, muita paz, saúde, luz, amor, paciência, tolerância, muuuuuita gentileza  no dia-a-dia e, claro, um tiquim a mais de dindim que nos possa proporcionar momentos de conforto ao lado de quem amamos. Nem mais, nem menos, porque tudo que é demais faz mal.
Tenho novidades lá em casa, mas como outro dia, no ônibus que tomei pra casa, alguns "companheiros de viagem que ainda não alcançaram a iluminação necessária" resolveram que queriam o meu celular de qualquer jeito (rsrsrs...) eu acabei ficando sem o meu Samsung e sem ter como registrar minhas loucurices de férias (o passo-a-passo da Transformação do Ap com Pouca Grana -Parte II). Então to registrando tudo agora, devagarinho, com câmera emprestada. Resolvi que vou postar os ambientes na base do antes e depois, ok? Sorte que tinha uns arquivos do "antes" aqui, né?
O Natal chegou e com Papai Noel chegam inspirações de toda ordem. Comigo é assim: chegou fim de outubro e choveu? Então, é Natal. Já to providenciando as guirlandas e outras fofurices que vejo por aí e que a imaginação inventa. Enquanto isso, fica aí uma caramiolice que pintou agora:
"Deus dá o frio, conforme o cobertor. De vez em quando o cobertor fica curto e o pé fica de fora, mas aí chegam os amigos e nos aquecem os pés feito aquele velho sapato que a gente adora e que sempre nos socorre quando precisamos. Pois é...não é que até nisso Deus pensou?".
                                                                                                                     Abracejos pra todos!

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Tem sorteio!



Então. Passando para divulgar um artista pra lá de talentoso: MONICO REIS. Tudo sobre ele  e suas obras mara demais, aí, no blog dele. Mas o melhor de tudo é o SORTEIO  que ele está fazendo dessa tela linda de viver, chamada Flor Única 03. Na minha parede vai ficar show! Por isso é que fui lá correndo participar. Como euzinha fiquei sabendo disso tudo? Pelo blog da antenadíssima Betty Gaeta, o Gosto Disso. Pois é. Agora que já sabem, corram lá também, viu?

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Portinari para todos

Essa imagem aí chama-se Café e é uma reprodução do inconfundível Cândido Portinari. Cheguei até ela hoje por conta de um textinho que fiz aqui no trabalho, a respeito dessa bebida que faz parte da cultura brasileira e de sua história. O poemina intitulado Perfume de Café, depois eu mostro. O melhor é que por essas coincidências da vida, folheando o jornal Folha de São Paulo, hoje encontrei uma matéria assinada por Silas Marti, de Pinhais (PR), sobre uma fábrica de reproduções chamada Recriar. A danadinha é das poucas que conseguiram no mundo a autorização da família do incrível pintor brasileiro, para reproduzir as obras em telas, panos e outros artigos. Corri ao site da dita cuja e conferi. "Café" e outras lindas imagens estão lá. Dizem que até o tal misterioso e belo "azul Portinari", tão esfuziante na Igrejinha da Pampulha aqui em BH, eles conseguem reproduzir nas cópias, com fidelidade elogiável. Fiquei azulzinha de vontade de comprar uma... Por enquanto vi com os olhos e lambi com a testa colada na tela, como diria minha tia Geralda. De modos que exibo a gravura, pra deixar todo mundo informado sobre a possibilidade de decorar - yes, we can! - as nossas singelas paredes com essas maravilhas da arte brasileira e outras internacionais.
Como não acredito em acasos e, sim, em coincidências programadas, recordei que no fim de domingo, assistindo o Faustão, as telas de Portinari estavam lá, enormes, como fundo de tela do ex-gordinho global, embelezando um programa de povão. Agora, pelo que se sabe, há possibilidade de Portinari ir parar, com assinatura e selo de autenticidade, sob pratos na forma de sousplat, ou até em pinduricalhos de chaveiros. A aldeia global está cada dia mais democrática. E a decor agradece. Quem disse que gente comum e remediada não pode ter bom gosto? Ao invés de Louis Vuitton, Portinari!

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Renovando a alma

Eu nem ia mesmo postar nada hoje... Mas depois de uma boa conversa com a melhor amiga, que mesmo de longe, longe, loooooonge, acha um tempo pra prestar solidariedade e, principalmente, para me ouvir, a alma fica renovada e aí - ZÁS - sai um post.
Renovar a alma é mais ou menos o que a blogueira do Sweet Grace, também lá de muito longe fez com essa cadeira aí da foto, antes velha e feia e agora servindo de assento para esse anjinho de olhos azuis. IDEIA DA ANDREA GUIM colocar esse cadeira como dica no blog dela, que visito todos os dias religiosamente. Pois é, Andréa, seu blog me inspirou e a cadeira vermelha é uma personificação da minha alma, que está ganhando tinta nova e vida nova depois de uma mão de tinta de encorajamento, solidariedade, alegria, aconselhamento e amizade verdadeira. Guta é o nome da artista, menina arteira, costuradeira, casamenteira, comadre das mais presentes, dessas que só se ganha de encomenda. Guta me deu de presente a sua palavra amiga - benditos sejam o inventor do telefone celular e todas as tecnologias do mundo virtual!
Fico pensando em quem vive sozinho nesse mundo de Deus, sem um único amigo  verdadeiro com quem contar. Fico pensando nas tristezas não dispersadas, nas mágoas que não sararam, nos abraços que não foram dados, nas saudades não matadas, que esse tipo de gente deve acumular na sua pobre alma perambulante. Quanta cisma e amargor deve haver dentro desse coração, né? Feliz de mim que tenho água benta, terço, fé em Deus e Nossa Senhora e seu filho Jesus, que de gorjeta me mandam um ombro amigo onde encostar a cabeça de quando em vez! Como sou abençoada, mesmo com dor nas costas rsrsrs... (isso já está passando).
E agora, que estou de alma nova, tal e qual a cadeira da foto, recomendo que os interessados como eu no FAÇA VOCÊ MESMO, cliquem aqui pra acessar o PAP de quem inventou essa lindeza aí. Pois é nela que me inspirei pra também dar um trato nas cadeiras velhas lá de casa. É assim: as mudanças são boas quando começam de dentro da gente. BJs!
Foto: http://sweetgrace.typepad.com

terça-feira, 6 de julho de 2010

As cores e dores de Frida

Pois então. Hoje é aniversário da Frida Kahlo. O nosso amigo Google está homenageando e eu tomei emprestada a homenagem. Boa lembrança. Frida foi mais que uma mulher excêntrica, com suas "monocelhas" e estética questionável. Não era uma simples pintora fazendo marketing de sua feiura (?) também. Não começou a pintar cedo como a maioria dos grandes ícones da pintura, mas como alguns eles traduziu nas telas e no modo de se vestir as agruras que viveu e sua ironia e sarcasmo diante da vida.
Mais que uma pintora de grande sucesso, Frida Kahlo difundiu - embora despropositadamente ao que parece - o uso das cores como catarse para a obscuridade do seu universo particular, rico em acidentes como o que sofreu ainda moça e onde teve a coluna partida e a vagina perfurada (tema do quadro Coluna Partida, abaixo). Vale dar uma espiada na sua página oficial e viajar um pouco nas cores de suas obras e de seus vestidos e enfeites de cabelo. Eles falam sobre sofrimento, dor e ao mesmo tempo sobre a possível beleza da vida - tudo que estava por detrás dos pensamentos de uma  mulher de personalidade forte,  persistente o bastante para sobreviver a pequenas tragédias cotidianas e grandes tragédias em poucos 47 anos. Contestou sua condição de "aleijada" ou "deficiente", pensou suas próprias roupas e adereços, ousou não ter filhos quando era normal que todas tivessem, envolveu-se com outras mulheres, embora parecesse amar desmedidamente o homem com quem se casou por duas vezes, pintou sua realidade disfarçada de surrealismo (como ela própria uma vez teria dito). Viveu com todas as suas forças, mas paradoxalmente deixou escrito no dia da morte: "espero que minha partida seja feliz e que eu nunca mais retorne".   Repetindo a própria Natureza, ela seguiu seu curso e achou um caminho, embora tortuoso. Agarrou-se às cores da vida enquanto pode. E talvez as tenha deixado de lado quando sentiu que não havia mais cores a pintar. Independetemente de sua vida pessoal, a obra de Frida continua atual e isso lhe tem valido homenagens, como a do grupo Coldplay, no excelente Viva La Vida, música título do penúltimo album da banda.
E pra fechar esse post, trechos da música da brasileiríssima e genial Adriana Calcanhoto, Esquadros, que marcou o meu período de estudante na PUG-MG,e em Beagá, e foi tema de trabalho de fim de curso:

Eu ando pelo mundo prestando atenção em cores que não sei o



nome.


Cores de Almodóvar, cores de Frida Kahlo, cores.


(...)


Pela janela do quarto, pela janela do carro,


Pela tela, pela janela,


Quem é ela, quem é ela?


Eu vejo tudo enquadrado, remoto controle.





A
Ilustrações retiradas da internet (Google Imagens).