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quinta-feira, 5 de setembro de 2013

CAMINHANDO COM HERÓIS...

 ...e muito charme! É assim que você estará ao se aventurar na tarefa de aproveitar o tempo livre e as velhas revistinhas em quadrinhos para repaginar aquela sapatilha que você adora, mas que já não está tão bonitinha. Fácil, rápida e baratíssima, a solução é ideia da Revista do Artesanato, que o blog compartilha, com gosto!
Mas, aproveitando a deixa, a gente quer deixar aqui um toque sobre essa coisa de se divertir no trabalho.  A sapatilha ao lado pode até parecer infantil para alguns, mas o que seria da vida se não fossem as brincadeiras, o bom-humor, as piadas e as risadas que damos de vez em quando? Como caminhar por aí, sem um sorriso, um toque de alegria? Ah...infelizmente, há tanta gente que ainda não aprendeu que a vida sem sorrisos não passa de um brinquedo quebrado! Tem gente que vive de cara amarrada por qualquer 'de-cá-uma-palha'. Ou melhor, vive, não: morre. Sim, porque morre-se um pouquinho a cada azedumes que se espalha por aí. Morre-se no coração do outro. E mata-se também. Mata-se automaticamente um outro sorriso e, com ele, provavelmente, aquela esperança que pode ter começado a nascer.
Então, fica aqui um tiquinho da graça que esses pezinhos podem ir espalhando por aí, se aceitarem o nosso convite para brincar um pouco de ser feliz. Nem que seja assim, visitando o mundo da fantasia, caminhando com heróis de papel. São de papel, mas ainda assim, podem ajudar a gente a colorir um pouco a vida.

domingo, 1 de setembro de 2013

APARA-DORES

Bom, esse post já deveria ter sido feito há pelo menos três semanas, mas nunca é tarde para contar coisas boas aos amigos, não é?  Passei esse tempo aparando as dores de ter um membro da família dodói - AVC são três letrinhas que não significariam muita coisa separadas, mas juntas fazem um estrago e tanto na vida da gente. Falando em dores, calha bem esse novo uso para um velho móvel de pau-ferro que encontrei jogado no fundo do quintal do meu pai. Era um balcão onde meu avô Braziolli, marceneiro de mão cheia, aprontava das suas. Não fotografei o dito cujo na sua vida pregressa (rsrsrs). Mandei o carroceiro lá buscar e o moço quase não acreditou quando eu disse que ia aproveitar aquilo. "Ô, Dona Lidiana, a sinhora não  incomoda d'eu perguntar modequê  a senhora vai querê esse troço todo sujo de lama e velho, não?", falou ele enquanto me ajudava a carregar "o troço" pra dentro de casa. Aí eu contei que ia "botar as minhas dores pra correr, usando velhas lembranças do meu tempo de criança". Ele ficou sem entender do mesmo jeito. Mas disse que ia voltar pra ver o resultado. Sabe que agora, vendo o móvel na minha sala da janta, cheguei à conclusão de que não haveria mesmo um nome mais adequado para essa coisa. APARADOR - que bem podia ser escrito assim: APARA-DORES. Porque foi enquanto eu pus a mão nele, pra transformá-lo em algo bom e útil, que eu pensei nas minhas dores mais sentidas. Lavei, lixei, retirei umas coisas que estavam podres, deixei apenas o que prestava, a madeira boa e forte que nem prego conseguia perfurar. Pintei, lixei de novo, envernizei. Sem perceber, fiz o mesmo comigo. Daí, também concluí que com gente tem uma diferença: coração de gente às vezes é pior que pau-ferro.  Tem de ter uma paciência danada e mesmo depois de todo o trabalho, é preciso de vez em quanto refazer ou retocar, pra que o brilho da alma não seja apenas um vernizinho por fora.  E aí está, pra vocês e pro seu Zé da Carroça, o resultado. Compartilho porque achei bastante interessante como resgatei o que há de melhor em mim, enquanto resgatava esse móvel do fundo do quintal do meu velho pai. Beijos e um abraço quente a todos.
 
Escova pra a limpeza...

 
Água e esforço físico limpam tudo...até a alma


Uma velha porta de armário de cozinha que uma amiga lá de Beagá me deu faz mais de um ano...


 
Tirei o puxador...



Dá pra imaginar o que vai acontecer com ela?

 

 
Pincel e tinta látex branca (latinha pequena, Coral, 23,00, na Nova Cores)

 
O branco é a cor da paz mesmo...

 
Enquanto branqueio o velho móvel, algumas outras coisas também vão ficando claras...

 
Um pouco de tinta azul-pacífico (também da Coral, 23,00, na Nova Cores) e lixa fina pra dar uma carinha de móvel de fazenda usado, transformaram o antigo balcão de marceneiro do meu avô Braziolli e fez um conjunto bem bonitinho com os meus banquinhos velhos, que pintei com as crianças há uns dez anos...

 
Meu aparador agora apara muitas coisas boas: a garrafa de vodka tem um azul tão lindo que não resisti - virou vasinho de flores de madeira lá de Cabo Frio (RJ), que ganhei da minha tia-amiga-comadre Ana Maria. As galinhas de madeira são da Oficina Dedo de Gente (Curvelo-MG), o boizinho de cerâmica é da Natal (RN), o porta-balas de vidro trabalhado ganhei da minha irmã, Giovanna, o porta-retratos carrega as fotos antigas da família - incluindo uma da formatura da minha mãezinha, ainda no curso de Magistério do Colégio das Clarissas Franciscanas (Corinto-MG), e embaixo, a bandeja de vidro e crochê - um trabalho lindo feito pela minha prima Ana Paula (Goiânia - GO).

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Descobri e tô passando

Outro dia Lili recebeu a dica da amiga Guta, lá de Joinville (SC): "vai lá, menina, no News Teen e confere o monte de coisa boa que aquela moça tem pra mostrar!".
Como Lili não é boba nem nada, foi lá e não perdeu viagem. Não é que o blog da Graziela Mancini é o bicho, mesmo? Essa bolsa feita de lenço ou pedaço de tecido aí, foi ela quem descobriu.
Como disse a sábia Cora Coralina (me corrijam se eu estiver errada) "feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina". Então to passando, como os devidos créditos, claro, ao blog da Grazi.
Só voltando lá pra conferir outras coisitas que ela achou zapeando pela net.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Não resisti!



Então. Minha amiga Januse Castro, multiartisartista talentosa láaaaa de Bambuí, me indicou o Country Living. Fui lá conferir e babei nessa solução para as cortininhas salientes, dessas que ficam esvoaçando em dia de ventania.
Amei não só pelo tecido (laise) como pelo garfo que espetou a danadinha, dando um charme curioso ao look da janela. O garfo comeu a cortina e conquistou meu olhar. Não resisti. Postei! Quem quiser mais coisinhas interessantes, pula lá no site (em inglês, mas dá pra entender tudinho porque linguagem de handmade é universal... rsrs) que tá assim ó de novidade.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Sobre tijolos e sonhos

Há algum tempo venho acalentando um sonho meio besta, mas minha avó dizia que nenhum sonho deve ser ignorado. Também aprendi que primeiro a gente sonha acordado, daí de tanto sonhar acordado, passa a sonhar dormindo e daí o sonho pula pro papel e só então ele acontece. Fiquei na etapa do sonhar acordada um bom tempo com uma parede de tijolinhos. Não vale rir, eu disse que o sonho era besta.
Pois é. A gente tem mania de ignorar pequenos sonhos, como se somente os grandes valessem a pena. Ledo engano de quem pensa que sonho se mede pelo glamour. Nessa vida de interiorana eu aprendi que sonho quanto mais simples, tão melhor e mais importante ele é. Daí acabo de concluir que sonho grande é sonho pequenininho. Meio doido isso, né? Não sei como é, só sei que é assim. Por isso minha parede de tijolinhos aconteceu aqui, no meio da cidade grande, num apartamento que nem tijolinhos tinha. Cimento e tijolo no apto nem pensar. Calejei as ideias e bati o martelo: vai ter que ser. E aí ela surgiu. Deu trabalho, mas sonho é como filho - se não dá trabalho, não vale. Então taí o PAP de como nasceu uma parede de tijolinhos envelhecidos, sem quebra-quebra, sem cimento, sem tijolo. Mas peraí? Parede de tijolinhos sem tijolo? É papel? Não. É tecido? Não. Dou um doce pra quem acertar. Vejam as fotos aí e confiram:

Era uma vez uma paredinha meio esverdeada e sem graça...O cantinho estava até mais ou menos, mas faltava alguma coisa que a tornasse mais interessante e aconchegante, né?
Aí a gente resolveu dar asas ao sonho que antes estava amarrado no pé de ideias. Desatado o nó, o sonho ganhou mundo. Começou com uma espátula e uma lata de massa de texturizar (dessas mais baratinhas mesmo, viu?¨). Ah! Foi preciso uma escadinha e uma dose de paciência pra aguentar ficar de papo pro ar um tempinho, viu?
Olha euzinha aí de novo, com a mão na massa e a paredinha de tijolinhos fake surginho aos poucos na minha frente...

Pois aí está a primeira dica: a espátula tem de ser média, da largura do tijolinho que se quer fazer. Pegue uma boa quantidade de massa com a ponta da espátula e vá "assentando" cada tijolinho em linha reta, tomando o cuidado de deixar beiradinhas salientes, como alto relevo. Pare e veja de longe de vez em quando pra não correr o risco de sair do prumo e a parede ficar torta! Nas laterais  há sempre os meio-tijolos, aqueles que ficam pela metade...

 E a bagunça continua... Corantes Xadrez, baratinhos (2,50 cada e se compra em casas de tinta) nas cores marrom, vermelho e amarelo. Um pouquinho só de tinta latex branca, fita adesiva, estopa, um pedaço de pano, pincel grosso (desses redondos).

Misturinha pronta, mão na tinta (com luvas dessas que vem em caixa de tintura de cabelo). Faça cor parecida com tijolo queimado. Marrom claro, marrom escuro, avermelhado, alaranjado... o importante é que os tijolos não fiquem homogêneos, porque uma parede de verdade, quando descoberta, não fica certinha. Resumindo: a beleza está na imperfeição. Vá molhando a estopa ou o pincel e dando batidinhas em cada tijolinho, manchando, tinjindo...Falando nisso, não sei porque essa foto ta insistindo em ficar assim, de banda, então não vou contrariar...

Esse aí é meu sobrinho Zéotávio, isolando as gretas (os intervalnhos entre os tijolinhos) com fita adesiva, pra não entrar tinta onde não pra entrar...
Olha só como vai ficando a obra...ta toda borrada porque tem tinta na fita crepe dos intervalos entre tijolos, entenderam? Depois que tira a fita, isso some e fica bonito. Paciência, ta?

 
Como eu disse, a parede vai surgindo na frente da gente... e o sonho vai tomando forma...Espere tudo secar bem, de um dia para o outro...

Mas todo sonho que é sonho precisa ser bem acabado, pra virar realidade, né não? E pra isso preciso dar uns pulos. Então vai aqui o  pulo do gato! Pegue tinta latex, espalhe com a mão mesmo, numa tampa ou tábua (usei a tampa do pote de sorvete rssr...)



Molhe um pano nessa tinta (pode ser uma fralda, uma toalha velha mesmo)


E vá batendo e manchando os tijolos, como se fosse cal. A ideia é deixar a parede com cara de "descoberta", como se você tivesse quebrado uma parede de sua casinha e encontrado esse tesouro...


E como diz o meu amigo francês: "voilà!" Me digam: ficou ou não mais interessante? Bom... pra mim foi um sonho realizado. Daqui a pouco, posto mais umas coisinhas que andei fazendo no último sábado, ta?
Bj a todos.


quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Pedrada

Outro dia, num bate-papo, comentei com amigas sobre um marcador de lugar que se acoplava aos copos. O pessoal falava da "caristia" dos objetos de decoração e que o jeito era apelar para a criatividade e o faça-você-mesmo.
Pois digo que nada mais chique que um doit yourself . Gostram? Pois então. Essa ideia aí eu vi no Furniture Fashion . Aqui em Minas Gerais, pedra é o que não falta. Ardósia (essa pedra aí) dá em cerca, como diz a minha tia. Giz é baratim pra danar. Aí na foto os porta-copos marcam os lugares dos convidados da festa e ao mesmo tempo servem de tábuas de comunicação interessantes, né? Mas a blogueira aqui sugere até que as pedras não sejam tão regulares e cortadinhas. Cacos de ardósia (que podem ser conquistados gratuitamente em lojas de material de construção) irregulares, ficaram ótimos. Tomando-se o cuidado de lixar as aparas, pra ninguém sair sangrando da mesa. No caso de alguém passar da conta no golo, escondam-se todos os cacos (pelamordedeus ninguém vai sair tacando pedra em ninguém, ta bom?). Mas a festança sendo civilizada, com bom humor dá pra fazer uma brincadeirinha bem legal, não acham?

terça-feira, 26 de julho de 2011

Não resisti


To passando só pra dizer que essa ideia não tem preço. Une tudo: reciclagem, beleza, bom gosto, faça-vc-mesmo, criatividade, chita (que a-do-ro), brasilidade, reaproveitamento de materiais disponíveis na natureza, além de trazer a natureza pra dentro de casa. É um post chiquérrimo do Casa, Coisas e Tal. Não resiti: postei! Vão lá e confiram, ta?

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Achei!!!!

Olha, gente, eu já vaguei neste mundociber de tudo quanto é jeito pra achar uma ideia de adesivo de parede faça-você-mesmo que fosse factível, barato e durável. Tô aqui agora pra dizer que enfim ACHEI! E sabem onde? No blog da Nathália Florência, o Labirinto da Zaragata (nome maneiro que eu ainda não sei o que significa mas vou descobrir) que é mesmo uma flor de moça, inteligente e descolada, que aprendeu a colar na parede os seus desejos, do jeitim que a gente precisa e quer. Não é o máximo do luxo?!
Olha só aí do lado a luminária fake que a menina fez usando papel termocolante e tecido, se não é um primor de ideia! Teve jeito não: postei!

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Sorteio no Design My Life!

Olha só esse lustre lindinho! Quer ganhar? Faça como euzinha: clica aí e entra no Design My Life, ta.
Abracejos por hoje...

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Renovando a alma

Eu nem ia mesmo postar nada hoje... Mas depois de uma boa conversa com a melhor amiga, que mesmo de longe, longe, loooooonge, acha um tempo pra prestar solidariedade e, principalmente, para me ouvir, a alma fica renovada e aí - ZÁS - sai um post.
Renovar a alma é mais ou menos o que a blogueira do Sweet Grace, também lá de muito longe fez com essa cadeira aí da foto, antes velha e feia e agora servindo de assento para esse anjinho de olhos azuis. IDEIA DA ANDREA GUIM colocar esse cadeira como dica no blog dela, que visito todos os dias religiosamente. Pois é, Andréa, seu blog me inspirou e a cadeira vermelha é uma personificação da minha alma, que está ganhando tinta nova e vida nova depois de uma mão de tinta de encorajamento, solidariedade, alegria, aconselhamento e amizade verdadeira. Guta é o nome da artista, menina arteira, costuradeira, casamenteira, comadre das mais presentes, dessas que só se ganha de encomenda. Guta me deu de presente a sua palavra amiga - benditos sejam o inventor do telefone celular e todas as tecnologias do mundo virtual!
Fico pensando em quem vive sozinho nesse mundo de Deus, sem um único amigo  verdadeiro com quem contar. Fico pensando nas tristezas não dispersadas, nas mágoas que não sararam, nos abraços que não foram dados, nas saudades não matadas, que esse tipo de gente deve acumular na sua pobre alma perambulante. Quanta cisma e amargor deve haver dentro desse coração, né? Feliz de mim que tenho água benta, terço, fé em Deus e Nossa Senhora e seu filho Jesus, que de gorjeta me mandam um ombro amigo onde encostar a cabeça de quando em vez! Como sou abençoada, mesmo com dor nas costas rsrsrs... (isso já está passando).
E agora, que estou de alma nova, tal e qual a cadeira da foto, recomendo que os interessados como eu no FAÇA VOCÊ MESMO, cliquem aqui pra acessar o PAP de quem inventou essa lindeza aí. Pois é nela que me inspirei pra também dar um trato nas cadeiras velhas lá de casa. É assim: as mudanças são boas quando começam de dentro da gente. BJs!
Foto: http://sweetgrace.typepad.com

quinta-feira, 8 de julho de 2010

A quatro mãos

Ops! Dois post hoje! Mas quando a cabeça está a mil, tom Blog da Lili!
Dizem que duas cabeças pensam melhor que uma. Digo que isso vale para a decoração, especialmente para o caso de quem sonha em ter uma bela estampa adornando sua sala ou quarto. O papel de parede voltou com tudo, dizem os entendidos do decor, e eu a-do-rei a notícia! Desde criança, lá no interiorzinho de Minas, via filmes na Sessão da Tarde ( pausa para remember: tudo a quatro mãos ou pés é melhor, né? Ai que saudade de  ver Ginger Rogers e Fred Astaire rodopiando, ou o inimitável Jerry Lewis com Jean Martin, ai que saudade de quando a tv aberta era educativa em horário integral e não apenas nas quase madrugadas de sábado e domingo!). Bom, continuando... Desde criança eu via as paredes da tv cobertas com estampas lindas - e ainda que fosse em preto e branco (eu sou de 1968, gente!), eu imaginava as cores, as flores, os frufrus, com a vantagem de que na imaginação da gente tudo é muito mais colorido, mais bonito e vivo. Então eu sonhava em um dia ter na minha casa essas paredes. Mas no interior o máximo da decoração daquela época era um crochê da vovó ( que é lindíssimo e ta na moda hoje) ou os quadros pintados pela minha tia Maria Santana, que Deus a tenha. Papel de parede? Ninguém se arriscava. Só na capital, minha filha, e caro!, dizia minha tia entendida das artes.
Pois é. Hoje é tudo tão fácil, acessível, a um click da gente, né. Tem ainda quem ponha dificuldades, mas não é que achei na net um vídeo ensinando a por o bendito do papel de parede? Só que aí me lembrei das famosas duplas da minha infância (vai lá na parte do remember). Pois é que pra aplicar é preciso talento, disposição e uma mãozinha de um amigo, namorido, chegado e coisa e tal.  O vídeo tá aí embaixo. E devo isso, mais uma vez ao DeCoeuração (Obrigada, obrigada, obrigada!).
Vou tratar de fazer la em casa. Já tô doidinha pra por minhas quatro mãos à obra - as minhas e as da Carol, minha amada filha primogênita que vive se queixando de que eu não falo dela aqui. Aí, filha: falei. Beijo-tchau!
Foto: http://heavypettingzoo.files.wordpress.com


How to Wallpaper from ferm LIVING shop on Vimeo.

COMO APLICAR PAPEL DE PAREDE A QUATRO MÃOS

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Dicas de DeCoeuração para grana curta

Essa dicas não são minhas. A minha dica é o blog DeCoeuração, que vivo citando aqui. Pensei nele hoje no trabalho, quando um colega, o Bruno, visitou o Blog da Lili pela primeira vez. Quem é que não quer um cantinho da casa mais charmoso, um lugar aconchegante pra ler um livro, uma mesa bonita para um jantar especial, uma dica de presente, ou mesmo um toque para uma dúvida qualquer dessa vida-louca-vida? Pois é. Então vai aqui a dica para as dicas (rsrsrs).
Vai dizer que esse primor de poltrona de chita não te conquistou? Sabe quanto custa o metro desse tecido hiper-super-mega-ultra brasileiro? R$5. Quer fazer uma transformation na sua casinha e ta faltando grana? A cabeça ta cheia de ideias, mas você não sabe como por em prática? Aqui você mata a cobra e mostra o pau.  Beijo-tchau!

Foto: Casa&Jardim

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Ela também ama galinhas

Gente, só passei pra dizer que também sou apaixonada por galinhas.
A Priscilla, do Minha Casa, Minha Vida tb é. Fazemos parte de um clube de mulheres que gostam das penosas povoando nossas cozinhas e áreas de serviço ou lazer, além de sítios e quintais.
Essa aí da foto é da Priscilla. Charmosa, né não?
Tenho muitas na meu "pequeno galinheiro urbano" e ao vê-las me sinto mais perto de minhas raízes. Fui criada de pé no chão, pisando na terra e estendendo roupa no varal. Já corri muito atrás dessas pintadas e das amarelas, pretas, marrons e vermelhas. E já panhei muito ovinho no ninho. Ai que delícia...
Meus filhos infelizmente não tiveram esse prazer. Não sabem, nem de longe, o que é a sensação de segurar um ovo recém saído de dentro de uma cocó, olhar e voltar com ele ao ninho, pra depois ver um pintinho amarelinho saindo de dentro.
Minha filha Maria Antônia viu uns pintinhos nascendo outro dia. Dentro de uma chocadeira elétrica, lá no nosso sítio, onde o namorido achou de criar galinha caipira como "empreendimento". Ela ficou hooooooras observando aquela arte da vida misturada com tecnologia. Deus fez a galinha botar o ovo e o homem entrou com a chocadeira. Fazer o quê, se essa raça humana tem pressa de tudo? Até de criar galinhas! 
Por isso, olhando minhas penosas - Tereza, Maricota, Marieta, Julieta, Conceição, Lili, Terência, Joaquinha, entres as mais de vinte que tenho na cozinha - me sinto um pouco mais paciente e perto da vida sem pressa. Cada uma garimpada num canto das Minas Gerais por onde passei ou noutras terras. Até de Goiânia veio uma! Aí, só fritando um ovo molinho e comendo com arroz, feijão, molho de mamão verde e pimenta. Ai, ai...

quarta-feira, 30 de junho de 2010

De abóbora a Cinderelo: breve história de um sofá

Pois é. Prometido é cumprido. Aí está ele, meu sofazinho dois lugares, velhinho (antes) e de capa nova (depois), em brim peletizado cru, feito pela Capotaria Portugal. Gostei demais. Valeu cada um dos 300 reais que estou pagando em três iguais. Bom, né?
Fiquei contente demais por encontrar gente que pensa que nem eu e não tem medo de juntar cacarecos e guardar retalhos, reciclar, reusar, reformar, transformar e gastar menos. Claro que eu ia gostar muito mesmo de um sofazão daqueles de novela (já viram que gostosura o sofá da Beth Gouveia de Passione?). Mas ele deve custar os olhos da cara da Fernanda Montenegro, imagino. Como aliás, muitos parecidos que vi na bendita internet. Então, vamos de reforma mesmo. Ta de bom tamanho e a natureza agradece. Sem falar na conta bancária..ri ri ri...
Daqui um tempinho mostro o resultado do sofá 3 lugares pelo qual me apaixonei depois de resgatá-lo na porta do condomínio (não, esse eu não vou reformar, só costumizar, caseiramente, até que a compra de um novo nos separe). Segundo a Viviane, do fantástico DeCoeuração, ele não se parece em nada com o meu querido e sonhado chesterfield, portanto, vai ser melhor partir pra outra relação. Aos poucos e em suavíssimas prestações. Vou lhes apresentar no momento certo, bem como à mesinha de vime que me acompanha há pelo menos 18 anos e um criadinho-mudo que meu namorido pintou com a tinha errada e eu vou ter de consertar. Por enquanto olhem o resultado do meu querido 2 lugares, onde me recosto pra ver meus filmes favoritos, novelinhas, jornais e ler as revistas que amo.