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quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Já pro banheiro!

 Divulgação

Então ta. Lili agora anda às voltas com a Casa e Jardim. Vira e mexe, olha ela twittando do site da revista. Bom mas essa vale a pena mesmo. Quem aí não joga um monte de folha de papel - A4 principalmente - no lixo? E quem é que não paga cada dia mais caro por um rolo de papel que vai limpar nosso popô? Só os muito ecológicos mesmo. Mas a japonezada não dorme e inventou mais uma e saiu-se com essa coisa aí. A bichinha engole um A4 de um lado e cospe rolo de papel higiênico do outro!
O que me consola é que a tecnologia hoje anda a passos stevejobianos (salve!salve! ó grande gênio da era virtual, que Deus o tenha em bom lugar a essas horas) e logo os nossos filhos e netos terão uma dessas no estilo portátil, bem ao lado da máquina de lavar (que aliás, será do tipo lavagem a seco ou coisa do tipo). Então, pulem lá no Casa e Jardim  e confiram, porque quando a novidade chegar nas lojas, estaremos todos alguns anos mais velhos, mas vamos poder dizer "eu já sabia!".

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Repensando conceitos: engradados na decoração

Marcelo MagnaniEngradados para organizar e decorar Esse post da CASA E JARDIM é muito positivo. Eu já falei aqui sobre caixotes de feira. Mas esses são aqueles de cerveja, sabe? Pois é. Quem achava que engradados de plástico eram sem graça demais para fazer parte da decor, pode repensar seus conceitos.


Foto: Casa e Jardim.com

Chove chuva, chove sem parar...


Ai... essa chuvinha que ta caindo agora aqui em BH é tudo de bom, viu? Tanto tempo esperando esse arzinho de terra molhada, tantos meses aguentando a garganta seca e o nariz irritado... agora Deus nos abençoa com ela, a chuva! Lavando tudo, ela chega, em pleno outubro, pintando de cinza o céu de Minas e aliviando nossas matas desse inferno chamado queimada. Sinceramente, não sei o que pensar dessas almas tristes que botam fogo nas matas. Juro que ao passar pelas estradas, ouço gritos de desespero vindo do cerrado em chamas. O que estamos fazendo com o nosso planetinha?
Bom, Lili anda reflexiva demais. Sumi por uns dias com justa causa: projetinhos na área profissional de urgência máxima que não me deixaram alternativa que não fosse dar um breque no bloguito. Mas...Lili volta radiante, com energias renovadas pelo domingão que passou na serra, num lugar mágico. Banho de cachoeira geladinho, amigos em roda de violão, bom papo, ótima música, cheiro de mato, abraços em árvores, gente nova e  interessante na minha caderneta de telefones e um calzone de salivar até o mais impoluto dos monges budistas. Pronta então a receita do domingo perfeito! Divido isso com vocês, meus  fieis companheiros de blogagem. Vão ter de ficar imaginando essas cenas aí, porque celular é tudo de bom quando não acaba a bateria na hora em que a gente mais precisa.
Mas pra um retorno de verdade, tem de ter um post para casa. Então vai aqui a minha velha mania de reaproveitar coisinhas. Lili  não perde caminhada. Na ida para a serra, tratei de relaxar tomando uma ice - tava um calor da peste aqui ontem. Como garrafa boa é garrafa útil, juntei a dita cuja às minhas tantas e umas mini-margaridas. Deu nesse arranjinho singelo mas muito cute-cute para o cantinho especial da casa. Bom, né? Porque aí não tem chance de elas, com essa chuva, virarem depósito de larvinha do mosquito da dengue. Então é isso. Tem garrafa em casa, mas não tem um cantinho florido? Agora não dá pra ter desculpa...A ordem é: beba com moderação e, se beber, além de não dirigir, leve a garrafa pra enfeitar a sua casa. Bj!

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Era uma vez...Um palet, dois caixotes de feira e uma galinha

Então. Fim-de-semana de novo e Lili tinha um monte de coisas a fazer (pra variar). Sábado, um corre-corre, casamento de amiga (aliás, tão lindo que deu vontade de casar também) e faxina a fazer. Domingo, tarde do dia, planos frustrados: adeus ida à casa nova da minha amiga Ana.  Aí, entre uma arrumação aqui e outra ali, depois de me dar conta de que o fim-de-semana tava mesmo no fim, nada restou senão capitalizar o resto do domingão fazendo algo que me deixasse menos inútil. Finalmente os caixotes recolhidos na rua da amargura iam ocupar seu lugarzinho ao sol. Melhor: à sombra. Mais exatamente no meu banheirinho, que agora sorri de feliz pela repaginada. Tava mesmo, desde que mudei pra cá, precisadíssimo de um up.

O terrível "antes": vamo combinar que as coisas não iam nada bem. Banheiro pequeno  e antigo não é sinônimo de banheiro feio. A gota d'água foi o armário abaixo da pia cair (por causa de um vazamento que descobri tarde).

O "depois"! Atenção para o detalhe: a latinha que gentilmente abriga a flor-de-maio saiu de debaixo da pia da cozinha (ficava com a esponja de lavar pratos antigamente).

A toalhinha rendada é forrinho de plástico 1,99, que cortei ao meio e a Jurema (essa simpática galinha de cerâmica pintada a mão que trouxe de Curvelo) faz parte da minha coleção de cocós - sim, eu faço coleção de galinhas e nenhuma delas tem preconceito com fazer poleiro em banheiro, desde que ele seja simpático...

E, finalmente, os caixotinhos de feira que nem tive o trabalho de pintar, porque depois que pus rodízios e ajeitei pra ver se ficavam bons, gostei do resultado na cor natural (estavam tão limpinhos que deixei assim mesmo, nem me importei com os grampos aparecendo, porque acho que ficou tipo "sou de feira mesmo, e daí?", além de combinar com as suculentas).
Então? O que acharam?  Se tem um banheirinho pra repaginar...Nada que um palet, dois caixotes e uma galinha não resolvam com um pezinho nas costas ..rsrs...



quarta-feira, 17 de agosto de 2011

A chave

Perguntinha básica: o que fazer com uma porta velha  de armário de banheiro e um monte de cacarecos? Bati cabeça em torno da questão, principalmente porque minha mãe disse que a casa estava virando uma filial da ASMARE (Associação de Catadores de Material Reciclável aqui de BH). Desse modo o desafio se instalou: tenho de achar a chave que vai me libertar desse monte de pseudo-lixo. Sim, porque a gente tem mania de ver lixo em tudo que não usa mais. Pensa daqui e dali, enfim achei a chave para o dilema. Não sei exatamente em que site eu vi a ideia  proque a gravura estava guardada no meu baú de recortes e coisas-que-eu-vou-fazer-um-dia faz é tempo! (Please, quem souber me diga pra eu postar os devidos créditos rapidinho, viu? ) Então taí. Não tem PAP detalhado, mas o antes e o depois explicadinho:

Era uma vez uma porta de armário que resolveu cair. Estava cansada, a coitada, de ser a mesma coisa sempre, ali, no abre-fecha debaixo da pia do banheiro. Daí, despencou de tédio - feito a gente numa quarta-feira dessas, pensando no monte de coisas que poderia estar fazendo em casa, não fosse o tal do trabalho (rsrsrs...). A porta, abandonada e triste ficou por algumas semanas, no lugar mais apropriado para portas entediadas: escondidas no escurinho debaixo da cama.
Era uma vez também quatro chaves sem porta, que também abandonadas e tristes, repousavam no fundo de gavetas-guarda-trecos, que encontraram ao acaso cinco argolas de variados tamanhos, algumas arruelas que se perderam pelo caminho, dois clipes, um grampo de cabelo que caiu no vão da pia do banheiro, uma estrelinha de metal que se desprendeu do paraíso que era aquele colar lindo, alguns badulaques sem nome e três gatos-pingados que miavam no silêncio da caixa de contas. Todos sem rumo e insatisfeitos por se sentirem inúteis e esquecidos, prontos para ir para o único fim certo a que todos - incuindo nossos lindos corpos humanos - estamos destinados: o lixo.
Mas eis que num fimdesemanaemendadocomferiado uma fada madrinha resolveu mexer no seu imenso caldeirão de ideias e zap! Não é que ela ajuntou todo mundo com  uma lata de tinta spray preta e daí nasceu a chave para todos os dilemas ali empilhados?

Numa folha de papel, um lápis também achou um lugarzinho especial. Lugares marcados, hora da transformação e do grande encontro. De roupa nova, no melhor estilo black tie, todo mundo foi achou enfim a chave para o sucesso! ... E viveram felizes para sempre...

Não sei por que essa foto quer ficar assim, deitadinha. Mistéeeeerios...


Ah! Observem como a porta está feliz, sorrindo de vida nova. Vai ganhar um lugar especial na minha parede, ao lado da porta de entrada do ap. Um belo salto pra quem estava caidinha, escondida debaixo da cama, né? E aí? Vai dizer que com a gente também não acontecem coisas assim...