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quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Já pro banheiro!

 Divulgação

Então ta. Lili agora anda às voltas com a Casa e Jardim. Vira e mexe, olha ela twittando do site da revista. Bom mas essa vale a pena mesmo. Quem aí não joga um monte de folha de papel - A4 principalmente - no lixo? E quem é que não paga cada dia mais caro por um rolo de papel que vai limpar nosso popô? Só os muito ecológicos mesmo. Mas a japonezada não dorme e inventou mais uma e saiu-se com essa coisa aí. A bichinha engole um A4 de um lado e cospe rolo de papel higiênico do outro!
O que me consola é que a tecnologia hoje anda a passos stevejobianos (salve!salve! ó grande gênio da era virtual, que Deus o tenha em bom lugar a essas horas) e logo os nossos filhos e netos terão uma dessas no estilo portátil, bem ao lado da máquina de lavar (que aliás, será do tipo lavagem a seco ou coisa do tipo). Então, pulem lá no Casa e Jardim  e confiram, porque quando a novidade chegar nas lojas, estaremos todos alguns anos mais velhos, mas vamos poder dizer "eu já sabia!".

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Era uma vez...Um palet, dois caixotes de feira e uma galinha

Então. Fim-de-semana de novo e Lili tinha um monte de coisas a fazer (pra variar). Sábado, um corre-corre, casamento de amiga (aliás, tão lindo que deu vontade de casar também) e faxina a fazer. Domingo, tarde do dia, planos frustrados: adeus ida à casa nova da minha amiga Ana.  Aí, entre uma arrumação aqui e outra ali, depois de me dar conta de que o fim-de-semana tava mesmo no fim, nada restou senão capitalizar o resto do domingão fazendo algo que me deixasse menos inútil. Finalmente os caixotes recolhidos na rua da amargura iam ocupar seu lugarzinho ao sol. Melhor: à sombra. Mais exatamente no meu banheirinho, que agora sorri de feliz pela repaginada. Tava mesmo, desde que mudei pra cá, precisadíssimo de um up.

O terrível "antes": vamo combinar que as coisas não iam nada bem. Banheiro pequeno  e antigo não é sinônimo de banheiro feio. A gota d'água foi o armário abaixo da pia cair (por causa de um vazamento que descobri tarde).

O "depois"! Atenção para o detalhe: a latinha que gentilmente abriga a flor-de-maio saiu de debaixo da pia da cozinha (ficava com a esponja de lavar pratos antigamente).

A toalhinha rendada é forrinho de plástico 1,99, que cortei ao meio e a Jurema (essa simpática galinha de cerâmica pintada a mão que trouxe de Curvelo) faz parte da minha coleção de cocós - sim, eu faço coleção de galinhas e nenhuma delas tem preconceito com fazer poleiro em banheiro, desde que ele seja simpático...

E, finalmente, os caixotinhos de feira que nem tive o trabalho de pintar, porque depois que pus rodízios e ajeitei pra ver se ficavam bons, gostei do resultado na cor natural (estavam tão limpinhos que deixei assim mesmo, nem me importei com os grampos aparecendo, porque acho que ficou tipo "sou de feira mesmo, e daí?", além de combinar com as suculentas).
Então? O que acharam?  Se tem um banheirinho pra repaginar...Nada que um palet, dois caixotes e uma galinha não resolvam com um pezinho nas costas ..rsrs...



terça-feira, 26 de julho de 2011

Vai pro trono ou não vai?

O Chacrinha que me desculpe, mas esse negócio de ir pro trono não é nada agradável quando não se é da realeza. Especialmente quando o que reina é uma dor de barriga daquelas. Quem já não teve uma, gente? Pois é. Euzinha, toda feliz com a redecoração do ap, com a mão na massa literalmente (e vocês vão poder conferir essa verdade verdadeira daqui a alguns dias aqui) e aí vem aquele desarranjo que me deixou no trono por uma noite e um dia. Resultado: nada de post no bloguito e nada de terminar minha parede de tijolinhos. Mas como eu acho que mais vale um sorriso do que uma careta, que aliás dá ruga, resolvi fazer desse limão uma limonada. Taí um post sobre o nosso trono de todos os dias. Sua magestade, o vaso sanitário. Ele sim, é o rei das horas solitárias, do local mais privado que existe em nossas pacatas ou luxuosas vidas. O fiel companheiro de todos nós. Se há um lugar - além do cemitério, claro - onde todos somos iguais, é exatamente quando estamos sentados nesse trono, não importando se ele é de ouro, como nos tempos da Rainha Elizabeth I, seja numa favela no Rio de Janeiro feito em louça comum.
Quem diria, um post dedicado inteiramente a ele, justo aqui onde se fala em tantas amenidades, belezuras e coisinhas cute-cute, né? Pois imaginem suas vidas sem ele. Não dá.  Conheço gente que tem uma relação extremamente séria com esse objeto. Pessoas que dariam um milhão para se sentarem regularmente sobre ele a fim de tornarem também suas vidas mais agradáveis. Então, por que não lhe dedicar umas maltraçadas linhas, né não? E pra quem ainda torce o nariz para a ideia, é bom saber que no livro "As 100 maiores invenções da história" (há um site na internet em que é possível baixar o livro legalmente e gratuitamente), o escritor americano Tom Philbin classificou-o na 16ª colocação, justamente porque foi após a invenção dessa peça que a saúde pública foi salva de inúmeras moléstias? E que em 2007, o museu Gladstone Pottery, da cidade britânica de Stoke-on-Trent, assegurou junto à União Européia uma verba de mais de 2 milhões de dólares com a finalidade de contar a história do vaso sanitário. Clica aí no link e viaje (em inglês, ta...) na história desse elementar senhor de todos os nossos dias. Então. Não disse que faria do limão uma limonada?(ai... me lembrei que passei a limonada todo o dia de ontem...ui...ui...)