
Senti uma coisa danada de boa quando li hoje, agorinha mesmo, o post da Betty Gaeta, no seu Gosto Disso.
Dei de cara com esse casal aí do lado, a mão dele quase se fechando na circunferência da cintura da moça, os narizes quase colados, as pernas numa quase abertura... Ai... os quase do tango argentino são o que há de mais eloquente e quente nessa escultura dos irmãos valencianos Lladró, cujo trabalho impressionante está descrito pela Betty em seu post.
Não resisti e puf: postei o link aqui e essa figura apaixonante pra começar o dia cheio de paixão e nostalgia. Digo isso porque, como relatei à Betty, vi dessas esculturas quando era criança, na casa da diretora da minha escolinha. Jamais pensei vê-las alçadas assim em voo cibernético no século XXI. Pra vocês verem como a gente subestima as pequenas coisas dessa vida. Bom dia a todos!
PS: dá só uma olhada nas panturilhas da moçoila aí do tango. Nem todas as academias do mundo produziriam tal beleza...