terça-feira, 4 de outubro de 2011

Não resisti!



Então. Minha amiga Januse Castro, multiartisartista talentosa láaaaa de Bambuí, me indicou o Country Living. Fui lá conferir e babei nessa solução para as cortininhas salientes, dessas que ficam esvoaçando em dia de ventania.
Amei não só pelo tecido (laise) como pelo garfo que espetou a danadinha, dando um charme curioso ao look da janela. O garfo comeu a cortina e conquistou meu olhar. Não resisti. Postei! Quem quiser mais coisinhas interessantes, pula lá no site (em inglês, mas dá pra entender tudinho porque linguagem de handmade é universal... rsrs) que tá assim ó de novidade.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Repensando conceitos: engradados na decoração

Marcelo MagnaniEngradados para organizar e decorar Esse post da CASA E JARDIM é muito positivo. Eu já falei aqui sobre caixotes de feira. Mas esses são aqueles de cerveja, sabe? Pois é. Quem achava que engradados de plástico eram sem graça demais para fazer parte da decor, pode repensar seus conceitos.


Foto: Casa e Jardim.com

Chove chuva, chove sem parar...


Ai... essa chuvinha que ta caindo agora aqui em BH é tudo de bom, viu? Tanto tempo esperando esse arzinho de terra molhada, tantos meses aguentando a garganta seca e o nariz irritado... agora Deus nos abençoa com ela, a chuva! Lavando tudo, ela chega, em pleno outubro, pintando de cinza o céu de Minas e aliviando nossas matas desse inferno chamado queimada. Sinceramente, não sei o que pensar dessas almas tristes que botam fogo nas matas. Juro que ao passar pelas estradas, ouço gritos de desespero vindo do cerrado em chamas. O que estamos fazendo com o nosso planetinha?
Bom, Lili anda reflexiva demais. Sumi por uns dias com justa causa: projetinhos na área profissional de urgência máxima que não me deixaram alternativa que não fosse dar um breque no bloguito. Mas...Lili volta radiante, com energias renovadas pelo domingão que passou na serra, num lugar mágico. Banho de cachoeira geladinho, amigos em roda de violão, bom papo, ótima música, cheiro de mato, abraços em árvores, gente nova e  interessante na minha caderneta de telefones e um calzone de salivar até o mais impoluto dos monges budistas. Pronta então a receita do domingo perfeito! Divido isso com vocês, meus  fieis companheiros de blogagem. Vão ter de ficar imaginando essas cenas aí, porque celular é tudo de bom quando não acaba a bateria na hora em que a gente mais precisa.
Mas pra um retorno de verdade, tem de ter um post para casa. Então vai aqui a minha velha mania de reaproveitar coisinhas. Lili  não perde caminhada. Na ida para a serra, tratei de relaxar tomando uma ice - tava um calor da peste aqui ontem. Como garrafa boa é garrafa útil, juntei a dita cuja às minhas tantas e umas mini-margaridas. Deu nesse arranjinho singelo mas muito cute-cute para o cantinho especial da casa. Bom, né? Porque aí não tem chance de elas, com essa chuva, virarem depósito de larvinha do mosquito da dengue. Então é isso. Tem garrafa em casa, mas não tem um cantinho florido? Agora não dá pra ter desculpa...A ordem é: beba com moderação e, se beber, além de não dirigir, leve a garrafa pra enfeitar a sua casa. Bj!

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Um oração por mim

"Feliz aniversário/envelheço na cidade/Feliz aniversário/envelheço na cidade". Trecho de música do IRA, banda anos 1980 que marcou minha época de adolescente. Saudade que de quando em vez - tipo hoje, que é meu niver - bate à porta do coração da gente com a mala cheia de lembranças.
Completo 4.3 (uêba!) cheia de planos. Acho que jamais deixarei de fazê-los. Tenho fama de ser "paz-e-amor" demais. E daí, né galera? Gosto de pensar positivo. Prefiro ver o copo mais cheio. Não sou adepta de pre-julgamentos (embora nenhum de nós esteja livre de cometer esse deslize, afinal, ainda não somos santos). E a-do-ro conhecer pessoas. Não importa se é aqui  no bloguito, no bar da esquina, na reunião de trabalho ou no Facebook. Pessoas não aparecem em nossas vidas por acaso. Quero ser feliz e pra isso tenho de acreditar piamente que serei. É assim que funciona. Primeiro mudar a si mesmo, pra depois mudar o resto, não é? O duro é que mudar a si mesmo é sempre mais difícil. Mas eu sigo tentando. Parei de fumar no ano passado (fez um ano agora em agosto, palmas pra mim). Mas em compensação, parei de correr já três meses e isso já pesa na minha saúde (e quando digo peso, não é nada metafórico...rsrs). Pra compensar, tenho ficado mais perto dos meus filhotes e reciclado (o tempo e as coisas) mais do que em todos os outros dias da minha vida (ponto pra Natureza). Então é isso. Bora repensar  vida. E só sentir saudade do que foi bom. Deus, obrigada por mais um ano de aprendizado e por esse ano que está começando. Que eu saiba aproveitá-lo somente com o que vale a pena. Livrai-me de mim mesma, AMÉM.

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Flor do lixo


Gentes, Lili zapeando pela internet e puf! Caiu na página do Planeta Sustentável, da Abril. Já conhecia, mas há algum tempo não passava por lá. Vi então a receita de brinco e anel feitos de garrafa pet. As flores de plástico, que já foram tema da Flávia Ferrari (DECORACASAS) são mesmo um encanto. Pois não é que as pets também viram lindas bijouterias, bem acabadas e delicadas, nas mãos de uma professora de ciências que virou artesã por força do destino? Veja aqui como a Kathya Bruno, 37 anos, professora em Lagoa Santa, vizinha aqui de BH, produz essa coisinha fofa aí no dedo dela. E não é que ela ganha até 600 reais por mês ajudando a tirar o plástico da natureza? Vou te contar: bela diversão pro fim de semana lá em casa, né? E na sua casa, vai ter o quê? Tô doidinha pra saber! Bjs
Foto e fonte: http://www.planetasustentavel.com.br/

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Não resisti

Seguinte, moçada: dei um tempo porque viajei, resolvi me dedicar ao papi, porque meu velho merece. Comemorou esse mês 74 de vida bem vivida e eu fiz questão de estar lá com ele. Aproveitei e comemorei por antecipação o meu - que ta chegando - satisfazendo um desejo do Seu Edson (vou ter a chance de comemorar mais duas vezes até chegar dia 19).
Então não vou negar que deixei o bloguito no vácuo por uns dias. Pra dizer a verdade, mal dei uma passadinha no Face pra atualizar e corri de volta para a realidade de poeira e poesia que a velha casa de mais de cem anos lá em Curvelo me oferece. Fui recompensada com beijo, abraço, música e queridos amigos em volta de uma mesa, debaixo dos pés de manga-espada e fruta-do-conde, que nos protegeu do sol causticante desses quatro meses sem chuva.
Mas antes de dar um abraço no velho, teve a viagem, que me rendeu ótimos momentos ao lado dos filhotes, numa dessas paradas de beira de estrada que afagam o apetite dos olhos, do estômago e da alma. Uma explosão de cores e sabores engarrafados e em exposição na venda disfarçada de restaurante,  que agora divido com vocês. Detalhe: a maioria das fotografias foram tiradas pela minha Carol. Todas com meu cel Samgung -  bendito seja - que saquei da bolsa assim que pus os olhos nessas coisas do sertão. O nome do lugar é Dagmar e fica às margens da rodovia BR 040, entre Paraopeba e o trevão de Curvelo, cá entrando no sertão mineiro. Pimenta-de-bode, pequi em polpa e óleo, pimenta-de-cheiro, uma fileira militar de mel em garrafa de Orloff , cachaça a granel vendida no barril com direito a degustação e as imperdíveis e atrevidas "Ferreirinhas" que de tão divertidas até nos fazem esquecer que lá dentro repousa a tal "cachaça de qualidade" do norte de Minas. Não resisti.









segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Era uma vez...Um palet, dois caixotes de feira e uma galinha

Então. Fim-de-semana de novo e Lili tinha um monte de coisas a fazer (pra variar). Sábado, um corre-corre, casamento de amiga (aliás, tão lindo que deu vontade de casar também) e faxina a fazer. Domingo, tarde do dia, planos frustrados: adeus ida à casa nova da minha amiga Ana.  Aí, entre uma arrumação aqui e outra ali, depois de me dar conta de que o fim-de-semana tava mesmo no fim, nada restou senão capitalizar o resto do domingão fazendo algo que me deixasse menos inútil. Finalmente os caixotes recolhidos na rua da amargura iam ocupar seu lugarzinho ao sol. Melhor: à sombra. Mais exatamente no meu banheirinho, que agora sorri de feliz pela repaginada. Tava mesmo, desde que mudei pra cá, precisadíssimo de um up.

O terrível "antes": vamo combinar que as coisas não iam nada bem. Banheiro pequeno  e antigo não é sinônimo de banheiro feio. A gota d'água foi o armário abaixo da pia cair (por causa de um vazamento que descobri tarde).

O "depois"! Atenção para o detalhe: a latinha que gentilmente abriga a flor-de-maio saiu de debaixo da pia da cozinha (ficava com a esponja de lavar pratos antigamente).

A toalhinha rendada é forrinho de plástico 1,99, que cortei ao meio e a Jurema (essa simpática galinha de cerâmica pintada a mão que trouxe de Curvelo) faz parte da minha coleção de cocós - sim, eu faço coleção de galinhas e nenhuma delas tem preconceito com fazer poleiro em banheiro, desde que ele seja simpático...

E, finalmente, os caixotinhos de feira que nem tive o trabalho de pintar, porque depois que pus rodízios e ajeitei pra ver se ficavam bons, gostei do resultado na cor natural (estavam tão limpinhos que deixei assim mesmo, nem me importei com os grampos aparecendo, porque acho que ficou tipo "sou de feira mesmo, e daí?", além de combinar com as suculentas).
Então? O que acharam?  Se tem um banheirinho pra repaginar...Nada que um palet, dois caixotes e uma galinha não resolvam com um pezinho nas costas ..rsrs...