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sexta-feira, 25 de março de 2011
Gente! Gente! Tem sorteio novo aqui!
Meninas do meu Brasil varonil: jajá tem outro sorteio aqui no blog. Sabe como é... o Dia das Mães está chegando, mais que motivo pra premiar quem prestigia esta que vos fala.
Em abril o BLOG DA LILI vai sortear este lindo vasinho de tulipas perfumadas da Clara Artesanato, totalmente handmade. Não é fofo?...
Logo, logo a gente vai colocar aqui um post make yourself sobre essa coisinha linda e outras fofurices produzidas pela Dani Rabelo, mas enquanto ela organiza o seu espaço virtual e os videos sobre o assunto, fazemos esta gracinha para as nossas leitoras mamães, futuras mamães e filhinhas(os) que queiram presentear no próximo mês de maio, né? O vasinho enfeita e perfuma delicadamente qualquer cantinho do quarto ou do banheiro, gente. Um primor, viu?
PARA PARTICIPAR: adicione o link deste sorteio no Facebook, Orkut e/ou Twitter, SIGA o Blog da Lili e mande um e-mail para lilibraz@gmail.com com os seus dados: NOME COMPLETO, ENDEREÇO COMPLETO, E-MAIL e DATA DE ANIVERSÁRIO.
Atenção: é imprescindível SEGUIR o blog e mandar os dados, ok?
O SORTEIO ocorrerá no dia 29 de abril. O resultado sai no mesmo dia, aqui no blog. Portanto, as participações serão válidas até 28/04. Podem começar já!
Abracejos!
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quinta-feira, 24 de março de 2011
I just called to say I love you...
Esta música do Steve Wonder é mesmo fantastic! Letra muito simples, direta. Diz o que é preciso dizer.Quanto isso tem feito falta à vida da gente.
Passei aqui pra dizer que amo a vida. É isso. Bom dia!!!
(fotoweb)
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quarta-feira, 23 de março de 2011
Aprendendo a dizer "NÃO"
Tenho uma amiga que vive às voltas com problemas de relacionamento. E não se trata apenas de amores e desamores. Do cachorro pudle ao seu chefe, todos estão na sua lista amarela: aquela das pessoas às quais ela simplesmente não consegue dizer "não".
Pois bem, outro dia num desabafo ela me disse que estava cansada de tudo. Perguntei se esse "tudo" me incluía. E aí descobri que eu também fazia parte da lista amarela. Aproveitei para pensar no assunto e descobri que como amiga eu tinha obrigação de alertá-la para o mal que estava fazendo a si mesma. Resolvi discutir o tema, começando pela nossa amizade. Comecei dizendo que eu também tinha uma lista amarela que até aquele dia eu não sabia que existia. Ela jurou de pés juntos que eu não fazia parte da sua. Nesse momento eu aproveitei pra pedir a ela um favor: "me empresta aquele seu vestido azul? Tenho um coquetel e ele é perfeito!". Lógico que eu sabia que aquele era o vestido da vida dela. E eu não tinha coquetel algum pra ir. Foi automático: "Claro...".
Soltei uma gargalhada diante daresposta positiva e cheia de pesar. É como se eu lesse na testa dela: "mas logo esse vestido? você sabe que eu nunca o emprestaria a ninguém... como pode me pedir isso? E se eu disser que não...". Ela ficou me olhando sem entender os motivos da risada. E aí eu me expliquei.
Minha amiga e eu tivemos uma conversa franca. A mais franca de toda a nossa vida. O motivo aparentemente fútil - o empréstimo de um vestido de festa - foi tema de um longo bate-papo sobre nossa amizade e sobre o modo como tratávamos os nossos demais relacionamentos. Ela admitiu que até o cachorro da casa tinha poder sobre a sua vontade. Que o marido sempre a convencia de tomar vinho quando iam jantar fora, quando o que ela queria era comer churrasco regado a chopp gelado. Que a roupa que vestia naqueles encontros não tinha nada a ver com o jeans e camiseta que ela gostaria de vestir num fim de semana a dois. Que os filhos estavam começando a se aproveitar dessa sua fraqueza, especialmente no tocante às saídas de fim de semana. E que o seu chefe a estava sufocando com pedidos impossíveis de serem atendidos, mas aos quais ela sempre dizia "sim" por achar que dizer "não" poderia colocá-la em uma situação constrangedora ou pouco simpática com o superior. Daí pra um desabafo sobre a escolha da carreira, do apartamento e até do homem com quem se casou, foi um pulo.
Amigos servem para ouvir e quase sempre tendem a se aconselhar. E foi isto que eu fiz. Pedi a ela que pensasse em como isso a estava ferindo e colaborando para a baixa autoestima. E sugeri que começasse a treinar a sua autoafirmação começando com o cachorro - vamos combinar que o coitadinho seria o mais fácil de sair da lista amarela.
Se doesse demais, não ia ter fluoxetina nem ombro de amiga que resolvesse. E aí, procurar um bom analista seria a saída. Também lhe dei o livro "Não diga SIM, quando quer dizer NÃO", do Dr. Herbert Fensterheim. É bom, pode crer. Palavra de quem está aprendendo todos os dias a impor limites às suas vontades e, principalmente, às dos outros.
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quarta-feira, 16 de março de 2011
Do escritório pra cozinha
Gentes!
Acabo de ler o post "Os Melhores Aplicativos para Aprender a Cozinhar" da Margarida Telles, no 7X7. Aliás, o blog das sete mulheres de Época está cada vez melhor!
Se você quer cozinhar e não tem tempo, leia. Se quer cozinhar e não sabe, leia. Se acha que não vai aprender a cozinhar algo fora do arroz-bife-batata-frita-salada, leia! E se não gosta de por os pés na cozinha a não ser pra dar ordens, please (!) leia urgente.
Nunca se sabe quando a necessidade de fazer aquela vista pra uma visita ou pra alguém que a gente quer agradar, né? Margarida, esperta, dá dicas de apps interessantes que estão aí, ao alcance de um click, pra nos socorrer. E viva a tecnologia!
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A vontade aparece
Pois é. Hoje quero falar sobre esse bichinho chamado vontade. Palavra esquisita essa, né? Já parou pra pensar no som que emitimos quando dizemos "von-ta-de"? Imagine um americando dizendo: "fountad". Um alemão: "von tad!!". E um japa: "vun-ta-de, né?". Norte-americanos, alemães e japoneses são de povos cuja força de vontade e poder de superação são citados como exemplos. De vez em quando, até em coisas simples do dia a dia, temos de transformar nossa fome de gato em fome de leão e fazer as coisas acontecerem. É sobre esses desejos ou vontades ou sobre a falta deles que o texto abaixo fala. O assunto foi tema de um informativo que elaborei em fevereiro destinado aos colaborades da empresa onde eu trabalho e está entre os preferidos dos nossos leitores. A autoria é desconhecida (se alguém souber, me informe, por favor!). Espero que gostem! Abracejos!
Quero falar sobre um cientista americano chamado William James, considerado o pai da psicologia moderna. Ele foi professor de psicologia e de filosofia da Universidade de Harvard, que como você sabe é uma das mais conceituadas e sofisticadas do mundo.
Uma vez foi perguntado ao Dr. James: "Em sua opinião, qual foi a descoberta científica mais importante no campo do desenvolvimento humano?".
"Até bem pouco tempo atrás - disse ele - pensava-se que, para agir, você tinha antes que sentir. Hoje nós sabemos que o contrário também é verdadeiro: você começa a agir e a vontade aparece.
Essa é a descoberta científica mais importante no campo do desenvolvimento humano. Se uma dona de casa está com preguiça de arrumar a gaveta, quando ela começa a fazer esse serviço dá vontade de arrumar todo o armário. Ela arruma o armário e dá vontade de arrumar o quarto. Arruma o quarto e dá vontade de arrumar a casa, embora no início tivesse preguiça de arrumar a gaveta.
Na vida também é assim: tem gente que passa a vida esperando ter vontade para fazer algo. Sabe qual é o segredo? Comece a fazer que a vontade aparece. Se você for esperar a vontade aparecer, vai ficar parado a vida inteira.
O agir e o sentir formam uma via de mão dupla, que tanto pode ir num sentido como no outro. Você pode começar a fazer alguma coisa e a vontade aparecer ou pode ter vontade e então fazer alguma coisa.
Mas se você ficar esperando a vida inteira - poderá passar uma vida em vão. Tem gente que passa a vida dizendo: ‘Um dia eu vou abrir uma empresa...’ E nunca realiza o sonho. O segredo não é esperar para fazer: é fazer que a vontade aparece. Está sem vontade de fazer algo? Comece a fazer que a vontade aparece".
William James estava certo - essa foi uma das descobertas mais importantes no desenvolvimento humano nos últimos 100 anos, porque graças a essa constatação você pode começar agora mesmo a fazer aquilo que nem está com vontade, mas que sabe ser importante.
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sexta-feira, 11 de março de 2011
Nada do que foi será...
Engraçado como as coisas mudam, né... A gente pensa que tudo é eterno quando ama. A gente pensa que nada dói e que o que dói é amor, quando na verdade, é o contrário.
Li no mural de uma amiga do Facebook ontem algo como "amor não dói, porque amor é alegria da alma". Fiquei pensando nisso ontem um tempão até os olhos fecharem lutando contra o sono. A gente luta contra a felicidade como luta contra o sono quando pensa que ficar acordado é que é o melhor. Pode ser, ou não... como dizia Caetano. Tudo tem seu momento. O que é bom hoje pode não ser amanhã. O que foi música ontem pode ser um ruído hoje. Tudo é relativo.
Demorei pra encarar de frente essa minha teoria particular da relatividade. Nem física, nem metafísica, não é ciência de tubo de ensaio, telescópio ou cálculos matemáticos, é a ciência da vida. Hoje sei que o Raul estava completamente certo quando proclamou que preferia ser "essa metamorfose ambulante". Ele já devia saber que nada nesse mundo é estático. Nem o espírito, nem o corpo, nem as coisas, muito menos as opiniões.
Tem gente que passa a vida fingindo que sabe tudo e que bate o martelo sobre suas convicções. Mentira! Lá dentro, escondido feito um caixa de bombons devorada, está a incerteza. Está lá, plantada como uma semente que ele cuida de tentar matar: a dúvida. Nada mais aterrorizante para um sabe-tudo do que a expressão: "será?".
Mas por que, meu Deus?! Porque somos assim incorrigíveis? Quero dizer: porque teimamos e teimamos em ser mais do que realmente somos? Não estou falando dessa coisa positiva de querer melhorar e de provar o quanto podemos evoluir. Não... estou falando justamente do contrário. Por que insistimos tanto em não querer ver o quão pequenos somos diante da grandeza do universo e de todas a coisas que estão fora do nosso alcance? Quando em verdade, em verdade, só nos resta o medo. O medo do que não conhecemos sobre tudo, inclusive sobre nós mesmos. Uma gripe diferente. Um mosquito. Um simples bacilo?
Vixe! Comecei falando de amor e terminei filosofando sobre a existência humana. Estão vendo como a gente não é dono de nada? É por isso que cada dia tenho mais certeza de que ser uma metamorfose ambulante deve ser mesmo a melhor coisa do mundo. Ou não...
Li no mural de uma amiga do Facebook ontem algo como "amor não dói, porque amor é alegria da alma". Fiquei pensando nisso ontem um tempão até os olhos fecharem lutando contra o sono. A gente luta contra a felicidade como luta contra o sono quando pensa que ficar acordado é que é o melhor. Pode ser, ou não... como dizia Caetano. Tudo tem seu momento. O que é bom hoje pode não ser amanhã. O que foi música ontem pode ser um ruído hoje. Tudo é relativo.
Demorei pra encarar de frente essa minha teoria particular da relatividade. Nem física, nem metafísica, não é ciência de tubo de ensaio, telescópio ou cálculos matemáticos, é a ciência da vida. Hoje sei que o Raul estava completamente certo quando proclamou que preferia ser "essa metamorfose ambulante". Ele já devia saber que nada nesse mundo é estático. Nem o espírito, nem o corpo, nem as coisas, muito menos as opiniões.
Tem gente que passa a vida fingindo que sabe tudo e que bate o martelo sobre suas convicções. Mentira! Lá dentro, escondido feito um caixa de bombons devorada, está a incerteza. Está lá, plantada como uma semente que ele cuida de tentar matar: a dúvida. Nada mais aterrorizante para um sabe-tudo do que a expressão: "será?".
Mas por que, meu Deus?! Porque somos assim incorrigíveis? Quero dizer: porque teimamos e teimamos em ser mais do que realmente somos? Não estou falando dessa coisa positiva de querer melhorar e de provar o quanto podemos evoluir. Não... estou falando justamente do contrário. Por que insistimos tanto em não querer ver o quão pequenos somos diante da grandeza do universo e de todas a coisas que estão fora do nosso alcance? Quando em verdade, em verdade, só nos resta o medo. O medo do que não conhecemos sobre tudo, inclusive sobre nós mesmos. Uma gripe diferente. Um mosquito. Um simples bacilo?
Vixe! Comecei falando de amor e terminei filosofando sobre a existência humana. Estão vendo como a gente não é dono de nada? É por isso que cada dia tenho mais certeza de que ser uma metamorfose ambulante deve ser mesmo a melhor coisa do mundo. Ou não...
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quinta-feira, 10 de março de 2011
Sorteio!!!!
Gentes de todos os lugares, de todas as nuances e de muito bom gosto, atenção! Esta que vos fala anuncia que o Blog da Lili volta desde hoje, 10 de março, a soltar suas farpas e parangolés e, pra comemorar, leva vocês todas e todos ao sorteio de nada menos que UMA CAMISA DA NOVA COLEÇÃO DA DUDALINA, por honra e graça do blog HANDMADE STYLE
Please... entrem lá, vejam com os olhos e lambam os beiços que isso é uma superchance de ganhar uma peça cobiçadíssima do mundo fashionwork, ok?
Amanhã tem novidade... por enquanto, tomem um chá pra se recuperar da boa notícia e boa noite...
Please... entrem lá, vejam com os olhos e lambam os beiços que isso é uma superchance de ganhar uma peça cobiçadíssima do mundo fashionwork, ok?
Amanhã tem novidade... por enquanto, tomem um chá pra se recuperar da boa notícia e boa noite...
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