Mostrando postagens com marcador rio. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador rio. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Preciso de coisas belas

Tom já cantava: "é melhor ser alegre do que triste/a alegria é a melhor coisa que existe". E ele tinha toda a razão. Meu coração tropical está partido de neve, doidinho pelo calor da alegria. Tenho ficado meio melancólica esses dias. O tal do inferno astral não perdoa. Hoje são 24 e eu já estou de asinha caída...
Comi uma barrinha de chocolate. Não resolveu... Prazeres momentâneos são momentâneos. Ces't la vie! Mas não há de ser nada. Amanhã tô boa. Falta de dinheiro, dor de cabeça e cara feia me deixam desalegre, mas não a ponto de perder o passo.
Enquanto Alegria não chega, vai aqui uma lembrança boa. Minha avó Lídia dizia: "nada como lembrança boa pra acalmar os pensamentos...". E tacava água de alfazema - ai que saudade! - que ela dizia ter cheiro de coisa boa e que limpava a alma da gente. Pois é, vó. A senhora aí de cima deve tá achando que sua neta aqui pirou na batatinha. Mas essa foto aí, tirada na década de 1970, me traz uma coisa boa que só vendo... Agachado ao meu lado (sim, essazinha aí com cara de desconfiança, sou eu) está o meu pai, depois de uma boa pescaria no Rio das Velhas (a anzol, vara e molinete, que fique claro, pois rede é coisa pra frouxo e inimigo do rio). Ao nosso lado, envergado sob o peso de um surubim pintado de 51kg, está o amigo de beira de rio, Dom Gê. Bons tempos, né meu pai?
Então. Só de ver, já me sinto melhor. Xô, bruxa do baixo astral!

terça-feira, 27 de julho de 2010

Gentileza: apoie esta causa

Apagaram tudo

Pintaram tudo de cinza
A palavra no muro
Ficou coberta de tinta
Nós que passamos apressados
Pelas ruas da cidade
Merecemos ler as letras
E as palavras de Gentileza
Por isso eu pergunto
A vocês no mundo
Se é mais inteligente
O livrou ou a sabedoria
O mundo é uma escola
A vida é o circo
                                                                                     Amor palavra que liberta
                                                                                     Já dizia o profeta.
*Gentileza, música que integra o CD Memórias, Crônicas e Declarações de Amor, de Marisa Monte

O poema acima traz uma homenagem ao Profeta Gentileza, codinome de José Datrino, empresário do setor de transporte de cargas no Rio de Janeiro, que largou tudo - família, trabalho e bens - para se dedicar à missão de espalhar o amor e a gentileza. Vale dar um pulo no site Rio Com Gentileza e conhecer um pouco mais sobre ele - a história merece virar um longa - e, principalmente, absorver pelo menos um pouco do que sua mensagem nos traz. Apoie esta causa.