Gostaram desse cantinho aí? Eu também me apaixonei. O tons arroxeados aliás estão me conquistando. Arrumei uma pashmina roxa e agora vejo mais graça nessa cor, que tem aquecido minhas produções matinais. Mas almofadas roxas ou com detalhes nesse tom de uva, bem vivo... aiaiaiai... fica tão quentinho... é bem inverno, né? ESSA EU TIREI DO BLOG Simples Decoração. Espaço pra lá de legal pra quem quer ideias fan-tás-ti-cas de decor...
Combinações em que antes não reparava que dariam certo: roxo x marrom, roxo x amarelo, roxo x verde, roxo x cinza. Experimente, vai... Vou procurar outras produções e posto mais tarde. Ah! Fotografei o "antes da minha salinha. Assim que tiver o "depois", posto aqui a minha paixão. A cozinha tb. Bjs...
textos, imagens, sons e ideias pra você pensar, se distrair, comentar, compartilhar, usar e abusar, tornando seu dia-a-dia melhor
quinta-feira, 17 de junho de 2010
quinta-feira, 10 de junho de 2010
Ideias coloridas

Gente, só to passando pra mostrar essa ideia que está combinando com as minhas recentes viagens decorativas. É da revista virtual da Tecidos Donatelli, uma mega loja de tecidos para decoração aqui de BH, com cores, texturas, motivos apaixonantes. Sei que to só falando, falando, falando da casa nova. Mas é que primeiro eu quero botar tudo do meu jeitinho, pra depois mostar, ta. Sou nova aqui, lembram? Então sejam pacientes comigo... Os textinhos também vão chegar a seu tempo. Foto: http://www.donatelli.com.br/
terça-feira, 8 de junho de 2010
Organizando a vida
Fiquei longe esses dias por pura necessidade e falta de tempo. Estou organizando minha vida doméstica. E como dá trabalho! Minha mudança chegou finalmente e a casa ta uma bagunça. E olha que já havia posto roupas e sapatos nos armários.
Mas enfim, passei só pra da uma dica legal. Como ando ligada em organização, achei esse link na net http://www.efetividade.net/2006/11/23/7-dicas-para-mais-efetividade-na-sua-organizacao-domestica/
Trata-se um site com excelentes dicas para quem quer arrumar sua vida no escritório ou em casa. Amei! Aliás, esse arquivo de pastas suspensas foi dica que achei lá.
Até mais, com novidades, como o Blog do Newtinho, um amigo gente boa que escreve muito bem e que sabe da vida de todo mundo que interessa. Bj.
Mas enfim, passei só pra da uma dica legal. Como ando ligada em organização, achei esse link na net http://www.efetividade.net/2006/11/23/7-dicas-para-mais-efetividade-na-sua-organizacao-domestica/
Trata-se um site com excelentes dicas para quem quer arrumar sua vida no escritório ou em casa. Amei! Aliás, esse arquivo de pastas suspensas foi dica que achei lá.
Até mais, com novidades, como o Blog do Newtinho, um amigo gente boa que escreve muito bem e que sabe da vida de todo mundo que interessa. Bj.
sexta-feira, 28 de maio de 2010
A difícil arte de viver e morrer
Ele era um homem comum. Tinha esposa, filhos, uma casinha no interior, em bairro tradicional de trabalhadores. Desde jovem gostou da coisa pública. Ainda muito novo resolveu ser jornalista. Voz bonita, fazia anúncios em carros de som volante até que foi parar na primeira rádio da cidade, com um programa só seu. Foram tempos de glória.
Sua voz possante acabou marcando os principais comícios e shows não apenas no município, mas em outros da região. Tinha a fala recortada, bem ao gosto popular, própria de quem gostava de passar emoção e suspense. Fundou um jornal que passou a ser também ganha-pão. Tanta dedicação à comunicação e muitos pitacos na política, renderam-lhe, com o devido talento, um cargo de assessor do melhor prefeito que a cidade já tivera.
Com os anos, resolveu livrar-se de tudo que o incomodara: gravatas, sapatos apertados, gente chata, emprego chato. Nas noites frias de julho, gostava de usar o chapéu de feltro ou brim e, de vez em quando, um cachecol que o faziam lembrar de pessoas que admirava, transportando-o certamente para outras cenas, talvez de filmes que assistira no Cine Virgínia nos bons tempos. No mais, queria apenas as tardes de cerveja no boteco do compadre, perto de casa, onde batia ponto para por as conversas em dia. Só não conseguiu livrar-se do cigarro, companheiro de todas as horas. Fumava até três maços por dia, às vezes um atrás do outro quando a coisa apertava.
Teimoso com quase tudo nessa vida, dizia assim: "eu não jogo, não danço, não saio, não viajo, não tenho nenhuma despesa que não seja meu cigarrinho e minha cervejinha. Se largo isso, que gosto vou ter na vida?" E lá ia, de chapéu e cigarro em punho, máquina fotográfica pendurada no pescoço, passos tranquilos - às vezes até demais para o momento - clicar e anunciar mais um evento.
Pois então a vida, que ele queria tão simples, lhe pregou uma peça complicada, um câncer, que ontem, 27 de maio, lhe tirou da convivência da família e dos amigos, para nunca mais, com pouco mais de 60 anos.
Fico pensando, diante da morte desse colega de profissão, de nome Geraldo Sales, curvelano gente boa, se não estamos nos contentando com coisas que nos fazem mal ou que remediam a nossa situação de pequenez, com a desculpa de não haver alternativas. Geraldo podia ter tido outra vida, outra sorte. Outra morte. Ou não. Quem é que sabe?
Podia ter escolhido ser outra coisa. Quem sabe dentista? Corretor de imóveis? Comerciante? Arquiteto? Marinheiro lá no Rio de Janeiro? Conhecer o mundo em viagens por aí? Não fumar. Não correr riscos. Jogar futebol. Morar na praia. Comprar um barco. Seria feliz? Quem sabe as opções que teve?
Claro que não é possível prever como vamos morrer. Mas me pergunto se é mesmo possível escolher como viver, independentemente de condições financeiras, do lugar onde nascemos ou das pessoas de quem gostamos pensando em postergar o inevitável e aumentar as chances de um final de vida menos doloroso.
Creio que difícil mesmo é fazer as escolhas certas, porque como disse um poeta por aí, quase tudo que é gostoso nessa vida é politicamente incorreto, é anormal, é imoral ou engorda. Geraldo, com quem convivi por sete anos como colega de profissão em Curvelo, não estava disposto a pagar o preço de uma vida "sem gosto". Deixou sua marca. E vai fazer falta.
quinta-feira, 27 de maio de 2010
Em quantas o seu homem passa?
O questionário a seguir é uma das atrações do livro “Cuidado! Seu príncipe pode ser uma Cinderela”, de Ticiana Azevedo e Consuleo Tieguez (Editora Best-Seller,208 páginas, R$ 19,90), lançado no último dia 25, no RJ. A dica é da jornalista Ruth de Aquino (Época), que compilou algumas das perguntinhas do teste muito engraçado, mas que faz sentido.
O teste é pra saber se o seu bofe tem um pezinho cor-de-rosa. Ou os dois. Eu acho que vai ter mulher se descabelando ou pelo menos com uma pulga atrás das duas orelhas depois que ler. Conheço gente que se enganou feio e acordou um pouco tarde. E outras que fazem de conta até hoje que não sabem de nada. Enfim, leiam e divirtam-se. Ou chorem.
As perguntinhas estão logo abaixo, mas os detalhes do livro você confere em http://colunas.epoca.globo.com/mulher7por7/2010/05/24/descubra-se-o-seu-homem-passa-ou-fica-nas-%e2%80%9cpeneiras%e2%80%9d-do-gay-enrustido/
1) O armário dele é todo arrumadinho? Roupas separadinhas por cores e tecidos? Modelitos primavera verão outono inverno? Ui, que bom gosto ele tem! Quanto capricho! É gay. A casa é impecável? Hiper bem decorada, com combinações de estilos e cores? Desconfie, mesmo que ele venha com o papo de ser virginiano ou libriano (pior ainda)
2) Óculos de grife, relógio idem e tênis Prada? Fissura por marca? Celulares, relógios, correntes, anéis? Têm Havaianas de todas as cores para combinar?
3) Repara nos mínimos detalhes de sua roupa e acessórios? Por acaso algum dia ele te disse: “Adorei seu scarpin” ou “Ai que saia linda”? Fuja enquanto é tempo. Hétero repara se você está gostosa e não sabe distinguir uma echarpe de uma pashmina.
4) Fala demais a ponto de se engasgar? Isso é coisa de conversa entre amigas. AmigAs. Ele adora fofocar? Sai fora.
5) Six packs. Você nao sabe o que é isso? Definição dos próprios gays, são aqueles gominhos maravilhosos da barriga definida, de tanquinho. Pois esses músculos todos costumam ser cultivados para outros homens. Você chegou numa festa e está cheia de homens com barrigas saradas? Os heteros são provavelmente os com barriguinha saltada, roupa que não chama a atenção.
6) Camisetinha justa, boné, e fortão? E se olha no espelho sempre que está malhando na academia? Ajeita a sobrancelha ao olhar seu reflexo? Usa camisa social atochada no corpo e com manga dobrada para fazer um garrote no bíceps avantajado?
7) Ele se lambuza de cremes e tem trezentos mil potinhos? Hetero quer apenas um produto que sirva para tudo e que caiba no bolso. Se o lado da pia do moço for mais abastecido que o seu, ligue o gaydar. Ele faz escova? Aí, né….
8) Ele e a mamãe. Gostar da mãe tudo bem. Mas quando é Deus no céu e mamãe na terra…
9) Quando bebe, ele solta a franga, rebola, fica cheio de intimidades com os amigos? Talvez nem ele saiba que é gay.
10) Algum dia ele te disse que foi passar as férias numa pousada com “uma pessoa”?
11) Ele pode até não gostar muito de futebol e não torcer por nenhum time (afinal, também o Maracanã e o Morumbi estão cheios de gays). Mas, se você fala da Seleção e ele imediatamente diz que só conhece o Kaká…Aí, é.
12) Os destinos de viagem preferidos dele são: Ibiza, Mikonos, Berlim, Madri e Nova York…
13) Ele conta que tem um cachorro. “Seu nome é Otto, com dois tês”. Não, nenhum hétero fala assim de seu cachorro. Se for da raça galgo ou afghan então, vá passear em outro calçadão, amiga.
14) Homem-monograma. As iniciais dele estão em tudo. Até no sabonetinho do toalete.
15) Quando você quer mais sexo do que ele e ele te chama de “tarada”, aconselha você a comprar um vibrador. Péssimo.
16) Só gosta de sexo oral nele. “Nela”, nunca.
17) “Não sou gay, sou bissexual”. Pura balela de gay que não quer sair do armário.
18) “Fui gay”. Não existe ex-gay, querida. Por mais sedutora que você seja, não entre nessa de que pode recuperá-lo.
Em quantas peneiradas seu homem fica ou passa?
terça-feira, 25 de maio de 2010
Imagens de um casamento
Ela é simples. Não teve a sorte dos nobres. Filha de criação de uma lista de cinco irmãs todas "adotadas" por uma mesma família, recebeu amor, casa e comida, ainda quando era bem bequena. Em troca deu, além de seu trabalho pela educação dos irmãos postiços e da ajuda na casa, um carisma que ultrapassou os limites da cozinha. Meirinda é a alegria em pessoa.
Tudo nela é alegre e leve. E seus sonhos também. O principal deles era se casar e também constituir família, aquela que talvez sua mãe tivesse desejado, com pai, mãe e filhos juntos ao redor da mesa aos domingos, nas missas vespertinas, nas reuniões de parentes, com aniversários e festas juninas. Suas dores foram por muito tempo escondidas entre os lençóis do quartinho branco, no fundo do apartamento da irmã mais velha, já casada, na cidade grande. Acordava cedo. Fingia simplesmente não sofrer de nada. Nem de dor de dente nem de dor de amor. Afinal, a vida já tinha lhe dado muito, numa região onde o costume era tirar tudo de quem tinha pouca sorte. Até uma faculdade (!) feita a custa de madrugadas inteiras de sono perdido ela conseguiu. Mas não era um canudo e muito menos aquele anel que ela queria.
Carinho e disposição sempre foram suas marcas registradas. Junto com um sorriso largo, claro. Meirinda não tinha dentes de capa de revista, mas seu sorriso franco era lindo. E foi isso que encantou Onório.
O casamento chegou com a mesma rapidez do namoro. Entre um e outro decorreram apenas dois sorrisos, um beijo e três meses. Não era preciso mais tempo, seu coração sabia. Os olhos de Onório sobre os seus (e todo resto) diziam mais que qualquer coisa: quero me casar.
Festa farta de gente e de doces, que turbinaram a mesa com o que tinha de melhor na sua roça: queijadinha, doce de leite, doce de mamão em calda, goiabada, balainho, arroz doce com canela, figos cristalizados, doce de laranja da terra. Na cozinha, as amigas de sua mãe se esmeraram no arroz com galinha, na leitoa assada e no tutu à mineira. Mas o melhor mesmo era o bolo, que reinava sobre a mesa, com cinco andares de glacê branco e, lá no alto, o par de noivinhos. Só isso - aquele bolo de noiva com as iniciais M e O - já bastaria para tornar Meirinda a mulher mais feliz do mundo.
Mas além dele tinha a alegria dos irmãos - os de sangue e os postiços - e toda a parentada que chegou para a festa e a encheu ainda mais de alegria. Jogar o buquê vermelho foi como dar a partida para uma vida de liberdade e de descobertas. Meirinda não era mais a caçulinha em busca da felicidade num quartinho dos fundos, sonhando com um emprego na cidade grande. Era uma mulher em busca de um outro sonho muito maior. E que estava prestes a se tornar realidade, lá no interior, numa cidadezinha escondida, mas sem paredes nem hora para acordar.
Foto:http://www.stevesteinhardt.com/
Tudo nela é alegre e leve. E seus sonhos também. O principal deles era se casar e também constituir família, aquela que talvez sua mãe tivesse desejado, com pai, mãe e filhos juntos ao redor da mesa aos domingos, nas missas vespertinas, nas reuniões de parentes, com aniversários e festas juninas. Suas dores foram por muito tempo escondidas entre os lençóis do quartinho branco, no fundo do apartamento da irmã mais velha, já casada, na cidade grande. Acordava cedo. Fingia simplesmente não sofrer de nada. Nem de dor de dente nem de dor de amor. Afinal, a vida já tinha lhe dado muito, numa região onde o costume era tirar tudo de quem tinha pouca sorte. Até uma faculdade (!) feita a custa de madrugadas inteiras de sono perdido ela conseguiu. Mas não era um canudo e muito menos aquele anel que ela queria.
Carinho e disposição sempre foram suas marcas registradas. Junto com um sorriso largo, claro. Meirinda não tinha dentes de capa de revista, mas seu sorriso franco era lindo. E foi isso que encantou Onório.
O casamento chegou com a mesma rapidez do namoro. Entre um e outro decorreram apenas dois sorrisos, um beijo e três meses. Não era preciso mais tempo, seu coração sabia. Os olhos de Onório sobre os seus (e todo resto) diziam mais que qualquer coisa: quero me casar.
Festa farta de gente e de doces, que turbinaram a mesa com o que tinha de melhor na sua roça: queijadinha, doce de leite, doce de mamão em calda, goiabada, balainho, arroz doce com canela, figos cristalizados, doce de laranja da terra. Na cozinha, as amigas de sua mãe se esmeraram no arroz com galinha, na leitoa assada e no tutu à mineira. Mas o melhor mesmo era o bolo, que reinava sobre a mesa, com cinco andares de glacê branco e, lá no alto, o par de noivinhos. Só isso - aquele bolo de noiva com as iniciais M e O - já bastaria para tornar Meirinda a mulher mais feliz do mundo.
Mas além dele tinha a alegria dos irmãos - os de sangue e os postiços - e toda a parentada que chegou para a festa e a encheu ainda mais de alegria. Jogar o buquê vermelho foi como dar a partida para uma vida de liberdade e de descobertas. Meirinda não era mais a caçulinha em busca da felicidade num quartinho dos fundos, sonhando com um emprego na cidade grande. Era uma mulher em busca de um outro sonho muito maior. E que estava prestes a se tornar realidade, lá no interior, numa cidadezinha escondida, mas sem paredes nem hora para acordar.
Foto:http://www.stevesteinhardt.com/
Para os meus três amores
O texto abaixo é um comentário que fiz pra o post da Isabel Clemente (o anterior) no blog 7X7. Publico porque quero deixar esse registro para minha Carol, que se queixou de eu falar mais da Morena do que dela aqui no blog (ciúme de cachorro pode?? rsrsrs). Pois então, aqui vai, com dedicatória aos meus três amores eternos: Carol, Serginho e Maria Antônia.
"Isabel, te perdoo por me fazer chorar aqui no trabalho. Voltei ao tempo em que eu também perdia os presentinhos diários de dois dos meus três amores. A mais velha, com 17 anos, eu amamentei até os três meses e a deixei aos cuidados da minha mãe, no interior, pra terminar a faculdade de Comunicação em BH. A cada vez que o peito vazava, eu chorava. Poucos momentos para mim foram tão dolorosos quanto no dia em que decidi “secar” o leite do peito, que vivia inchado, tão dolorido quanto o meu coração. Cansei de matar a saudade do cheirinho dela com um pedacinho do cueiro azul de girafinhas amarelas que trazia na bolsa por onde ia. O pano foi ficando marrom porque eu não queria lavar e perder aquela lembrança olfativa. Foram seis meses muito difíceis e o que mais me incomodava era a suspeita de que ela poderia se esquecer de mim enquanto eu dava duro na faculdade pra dar uma futuro melhor a ela. Foi duro ouvi-la falar “vovó” antes de “mamãe”.
Essa fase deixou sequelas. Até hoje gosto de cheirar a Carol antes de sair para o trabalho. Ela acha graça, porque não é um beijo de bom dia, mas um “chêro” de despedida, uma cafungada no seu pescoço.
Para os que vieram depois, a experiência deu resultados positivos. Meu segundo filho, de 14, foi amamentado até os 14 meses, mais pela minha relutância em deixá-lo do que pela questão da vida saudável. E a caçulinha, Maria, é chamada de “neném” até hoje. Como não posso mais ter filhos, pra garantir que essa rotina maternal, de fofurices, dengos, risinhos e pequenas alegrias infantis não vai sair da minha vida, adotei uma coisinha fofa que atende pelo nome de Morena. Não, ainda não é uma criança. É minha cadelinha lhasa-apso. Por enquanto. Só por enquanto."
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