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terça-feira, 25 de maio de 2010
Para os meus três amores
O texto abaixo é um comentário que fiz pra o post da Isabel Clemente (o anterior) no blog 7X7. Publico porque quero deixar esse registro para minha Carol, que se queixou de eu falar mais da Morena do que dela aqui no blog (ciúme de cachorro pode?? rsrsrs). Pois então, aqui vai, com dedicatória aos meus três amores eternos: Carol, Serginho e Maria Antônia.
"Isabel, te perdoo por me fazer chorar aqui no trabalho. Voltei ao tempo em que eu também perdia os presentinhos diários de dois dos meus três amores. A mais velha, com 17 anos, eu amamentei até os três meses e a deixei aos cuidados da minha mãe, no interior, pra terminar a faculdade de Comunicação em BH. A cada vez que o peito vazava, eu chorava. Poucos momentos para mim foram tão dolorosos quanto no dia em que decidi “secar” o leite do peito, que vivia inchado, tão dolorido quanto o meu coração. Cansei de matar a saudade do cheirinho dela com um pedacinho do cueiro azul de girafinhas amarelas que trazia na bolsa por onde ia. O pano foi ficando marrom porque eu não queria lavar e perder aquela lembrança olfativa. Foram seis meses muito difíceis e o que mais me incomodava era a suspeita de que ela poderia se esquecer de mim enquanto eu dava duro na faculdade pra dar uma futuro melhor a ela. Foi duro ouvi-la falar “vovó” antes de “mamãe”.
Essa fase deixou sequelas. Até hoje gosto de cheirar a Carol antes de sair para o trabalho. Ela acha graça, porque não é um beijo de bom dia, mas um “chêro” de despedida, uma cafungada no seu pescoço.
Para os que vieram depois, a experiência deu resultados positivos. Meu segundo filho, de 14, foi amamentado até os 14 meses, mais pela minha relutância em deixá-lo do que pela questão da vida saudável. E a caçulinha, Maria, é chamada de “neném” até hoje. Como não posso mais ter filhos, pra garantir que essa rotina maternal, de fofurices, dengos, risinhos e pequenas alegrias infantis não vai sair da minha vida, adotei uma coisinha fofa que atende pelo nome de Morena. Não, ainda não é uma criança. É minha cadelinha lhasa-apso. Por enquanto. Só por enquanto."
sexta-feira, 21 de maio de 2010
Para Isabel Clemente
Gentes, o blog 7X7 é mesmo muito bom. Hoje li o post da Isabel Clemente e chorei. Quero dividir isso com vocês. Para acessar, vai o link http://colunas.epoca.globo.com/mulher7por7/2010/05/19/a-princesa-babinha/?cp=all
A Isabel me fez lembrar de minha rotina de mãe. Quem passa ou passou pela experiência saberá entender o quanto escrever ou ler sobre isso é bom.
A Isabel me fez lembrar de minha rotina de mãe. Quem passa ou passou pela experiência saberá entender o quanto escrever ou ler sobre isso é bom.
segunda-feira, 17 de maio de 2010
Quem vai cuidar de mim? E de você?
Neste domingo (15/05) assisti no Fantástico, à discussão entre irmãs a respeito de quem cuidaria da mãe, uma simpática senhorinha de mais de 80 anos, cujo olhar marejava diante do entrevero das quatro filhas. Me deu um nó no peito só de pensar nas pessoas que passam por tamanho constrangimento depois de uma vida inteira de dedicação a outras pessoas que, por destino e vontade, nasceram de seu ventre ou receberam seus cuidados.
Recentemente, numa noite fria, me deparei com uma cadelinha no ponto de ônibus. Ela apresentava estar na rua há pelo menos duas ou três semanas. Não era vira-latas, parecia da mesma raça que minha amada Morena, lhasa-apso que crio com o maior amor. Meu coração ficou cortado ao ver seu abandono, o desespero e inocência com que bebia a água fétida que escorria na beira da calçada e com que fuçava lixo da padaria da esquina. O pelo, antes branco, agora tinha a cor que todos os seres - humanos ou bichos - que moram na rua ganham depois de um tempo, aquela de um marrom-acinzentado, triste.
Ontem à noite, antes da reportagem do Fantástico, assisti no Reporter Record ao sofrimento de Edivânia, portadora de doença mental que mora na periferia de São Paulo. Encolhida num cubículo de 1,0m x 0,5m, não se mexia nem levantava o olhar para nada, depois que o pai morrera à espera da ambulância do SAMU. O olhar perdido num canto fétido e escuro do beco onde se instalara por mais de 15 dias, sem que o sistema de saúde se movesse, era o que tinha de mais sofrido e marcante.
Nas três situações eu me senti a pior das criaturas, porque o sentimento de impotência se misturou à culpa de espectadora do caos, conformada e reduzida a seu mundo de pequenos problemas cotidianos. Tive vontade de culpar alguém. O governo, pensei, "o governo é o culpado disso tudo".
Mas me lembrei de que o governo é feito de políticos. Então, por que não culpá-los? Claro! É deles a culpa da situação dos idosos, animais e doentes mentais, todos abandonados à própria miséria.
Então me lembrei de que pessoas como eu têm o poder de colocar os políticos no governo. E se eles estavam lá... Fui dormir.
Depois de uma noite na cama quentinha do meu apartamento, fico pensando aqui, com dedos rápidos sobre o teclado, se não há algo que possa fazer para mudar a vida de idosos e doentes, e me tornar menos inerte, menos cúmplice de tantas mazelas e, se possível, menos culpada. Vendo Edvânia e aquela idosa cujo nome não me lembro, sinto-me culpada por também ter pena dos cães e mais ainda por ter uma cadelinha a quem dou cama, comida e carinho. Como não me sentir assim? Será pecado, meu Deus, ter um bichinho inocente e doce para amar? Será que não fiz o meu quinhão, tendo, amando e cuidando honestamente de meus três filhos, e ainda de meus irmãos e pais, e amigos, vizinhos, e gente que nem conheço por onde andei? Tenho de me sentir mal ao ligar a TV e ver que meu mundo é cor-de-rosa demais para tantas vidas em marrom-acinzentado?
Jogo aqui minhas perguntas, porque por enquanto o que posso fazer, além de me indignar e espalhar essa indignação pelo mundo virtual, é me preocupar com o futuro - o meu e o seu - que caminham a passos largos para a terceira ou quarta idade, essa que por aqui não tido o devido valor da minha parte ou da parte de muita gente.
Também não posso assegurar que não enlouqueceremos - nem eu nem você. O cérebro é um mistério desvendado pela metade.
E aí, quem vai cuidar da gente? Será que pensando assim, fazendo a tradicional pergunta "e se fosse você?" vou conseguir alguma transformação?
sexta-feira, 14 de maio de 2010
Perfume de coruja
Gente, ando espiando muita coisa interessante no mundo virtual. Especialmente por conta da minha nova paixão, a decoração, pretendo virar amiga de infância de gente que como eu tem paixão por fofurices, delicadezas, miudezas, cores, flores e aconchegâncias, se é que me entendem. Afinal, a casa da gente é como um refúgio. Pelo menos deveria ser.
Hoje descobri no blog fofíssimo da "Ale Royer", o BioCraft, que corujas têm perfume. E dos bons. Por isso, que quiser conferir ideias perfumadas e coisinhas lindas para seu cantinho sagrado, dá um pulo lá. E ainda pode concorrer ao sachê Corujita, que aliás, eu também adoraria ganhar! O link é http://biodecoracaoloja.blogspot.com/
Solteira, casada ou tico-tico no fubá?

A pergunta acima era feita pelo Sílvio Santos, na década de 80, toda vez que uma "garota do auditório" era entrevistada por ele. Havia sempre uma resposta segura: "solteira" ou "casada". A expressão tico-tico-no-fubá ficou associada àquelas que não eram uma coisa nem outra, as indefinidas.
Todas as mulheres sonham em encontrar o amor da sua vida, casar-se com ele, ter filhos, ir bem na carreira profissional. Não necessariamente nessa ordem. Mas todas da minha geração queriam colocar uma aliança no dedo, de preferência com o homem certo. Por que eu seria diferente? Sou moderna, mas não nasci para ser uma Coco Chanel.
A pergunta do Silvio Santos, personagem de tardes de domingo na minha adolescência no interior mineiro junto com o frango caipira e a macarronada, vira e mexe surge na minha cabeça. Mas essa semana, como em nenhuma outra, ela lateja como uma enxaqueca. Desde que recebi a cantada de um homem que todos os dias vinha me observando a caminho do trabalho. Bem apessoado, o gajo demorou duas semanas para se aproximar de mim e perguntar: "solteira ou casada?".
Imediatamente a voz do Silvio apareceu na minha cabeça, como letreiro de motel: "tico-tico-no-fubá". Era a única resposta verdadeira. Mas eu menti, obviamente dizendo que era casada, pra me livrar da cantada. Ele rapidamente olhou para minha mão esquerda, procurando o obvio: a aliança. E não encontrou. Sorriu de lado e seguiu, não sem antes dizer: "você é linda e se fosse seu marido colocaria uma aliança no seu dedo".
Me livrei do cara, mas não das suas palavras, nem da frase do apresentador do SBT, que estão como que escritas na minha testa: "ela é tico-tico-no-fubá". E isso está mexendo comigo. Muito. Mais do que eu esperava.
Juro que pensei que esse era uma assunto superado. Afinal, sou jornalista, mais de 40, escolada, divorciada e mãe de três filhos, moderna e... romântica?? Já tive uma aliança no meu dedo e naquela época não foi bom. Mas era simplesmente o cara errado.
Aprendi o termo "namorido" com a Carolina Dieckman. Não a conheço pessoalmente, claro. Mas li a respeito do que ela respondeu ao ser perguntada sobre seu estado civil, isso há alguns anos, quando a viram de anel no dedo. Ofertado pelo namorido, claro. Pergunta se ela recusou?Até ela, tão moderna e atriz, tem uma aliança no dedo.
Admito: não gosto nem um pouco do título de tico-tico-no-fubá. Pode haver quem se sinta confortável, mas pra mim isso é meio-termo. Meios-termos só dão certo quando se trata de uma guerra, em que se fazem tratados, acordos. Ou então em receitas de bolo, quando é possível encontrar um meio-termo entre 1 xícara de farinha e 1/2 xícara de farinha. Coloca-se 1/4 de xícara e pronto. Meu coração, a minha cabeça, minha vida não querem mais meio-termo.
Quando alguém me perguntar de novo se sou casada ou solteira, quero dizer "casada" ou "solteira". O termo "namorando" não é um meio-termo, é um termo que indica uma situação temporária. Ou seja, algum dia a gente vai se casar. Mas quando? Quem quer namorar a vida inteira? Ora, quando a gente descobre que ama alguém de verdade logo quer ficar com ele pra sempre e aí o namoro vira... "tico-tico-no-fubá"??? Não, vira compromisso sério. E uma aliança marca esse compromisso. Além de ajudar a afastar inconvenientes.
Eu quero uma aliança no dedo. Digam o que quiserem de mim as feministas ou as modernistas e fashionistas de plantão. Como diz o velho "Tremendão", na voz da Marina: "quero um homem pra chamar de meu". Com uma aliança no dedo, pra todo mundo ver.
quinta-feira, 13 de maio de 2010
Estou sonhando
Me desculpem, amigos e amigas, mas ando tão ocupada sonhando que nem tenho vindo aqui postar. O objeto dos meus sonhos é um apto todo verdinho para o qual pretendo me mudar em breve (Deus abençoe!).
Estou no aguardo de ideias para decoração, que serão bem-vindas se forem aconchegantes, românticas, retrô, regionalista, de bom gosto e, importante - enviadas com o coração.
Enquanto elas não chegam, eu corro atrás delas, nos blogs e sites da vida!
Bj
Estou no aguardo de ideias para decoração, que serão bem-vindas se forem aconchegantes, românticas, retrô, regionalista, de bom gosto e, importante - enviadas com o coração.
Enquanto elas não chegam, eu corro atrás delas, nos blogs e sites da vida!
Bj
terça-feira, 27 de abril de 2010
Para Isabel Clemente, do 7X7

Meus caros, o post abaixo foi enviado para o blog Época 7X7 , que eu sigo, com atenção e prazer todos os dias. Trata-se de um comentário que fiz para o post de hoje da Isabel Clemente, jornalista de Época em Brasília, sobre as tais pulserinhas do sexo. Quem quiser conferir o post dela, é só clicar aqui http://colunas.epoca.globo.com/mulher7por7/2010/04/27/as-pulseiras-e-os-criminosos-sem-punicao/
Aqui vai o meu comentário sobre o texto dela e que acabei por decidir publicar no Blog da Lili.
Isabel, por favor, leia o relato que se segue:
"14:30. Hora do recreio numa escola pública de Belo Horizonte (MG):
Menina 1 - Oi! Olha só as pulserinhas que minha prima me deu!
Menina 1 - Oi! Olha só as pulserinhas que minha prima me deu!
Menina 2 - Eu vi... que lindo!!!
Menina 1 - É.. ta todo mundo usando... quer dizer, tudo mundo que pode, né? Essas pulserinhas são caras... as originais, porque tem um tantao falsificadas. Na televisão, naquele seriado (disse o nome) ta todo mundo usando, cê não viu?
Menina 2 - Ah... eu vi, sim! Do... (disse o nome do canal), né???
Menina 1 - É, mas aqui no Brasil também tem artista usando... só que é caro!
Menina 2 - Eu vou pedir mamãe pra comprar pra mim!
Menina 1 - Precisa não, boba! Eu te dou uma!
Menina 2 - Sério?!!!
Menina 1 - Uai... mas eu te dou uma preta, ta?
Menina 2 - Ah... me dá uma rosa?
Menina 1 - Não, rosa agora não. Só se você vier com a preta amanhã pra aula. Porque teve uma colega minha lá da sala 3 que eu dei e ela perdeu.
Menina 2 - Mas eu juro que eu não perco. Lembra que você me emprestou o lápis aquele dia, então, eu não perdi, te devolvi direitinho.... me dá a rosa???
Menina 1 - Ta bom. Eu te dou, mas ce tem que \"vim\" com ela amanhã, ta. Aí a minha prima vai ver que você ta usando e vai me dar mais e eu te dou mais uma...
Menina 2 - Beleza! As meninas lá do prédio vão ficar com inveja! Ninguém tem dessa pulserinha lá! E tem uma colega minha lá que ta doidinha querendo..."
Isabel, as pulseiras são muito reais e perigosas. Digo isso porque a "Menina 2" é minha filha de 8 anos, que foi induzida há três meses a usar uma dessas inocentes pulseiras. Graças a Deus, em casa conversamos muito todos os dias e eu nunca aceitei que meus filhos recebessem presentes de colegas ou usassem objetos de desconhecidos. Por isso, ela devolveu a pulseira, mesmo sem sabermos ainda do perigo que corria (na época eu não sabia do segredo das pulseiras). A coleguinha insistiu que usasse, mas ela devolveu. Dias mais tarde minha filha me surpreendeu com uma conversa que me deixou aterrorizada:
Minha filha - Mamãe, sabe aquela pulserinha que você me mandou devolver? Sabe o que ela significa?
Eu, toda inocente - Que quem usa tem um tremendo mau gosto? (rsrs)
Minha filha - Não, mãe! É sério... la na escola quem usa a pulserinha rosa tem de dar beijo na boca! Uma menina teve dar um beijo na boca do menino porque ela tava com a pulserinha...
Eu, caindo em mim - O quê???
Minha filha - Uai, cê não sabe não, mãe? A branca é abraço. A rosa é beijo...
E foi contando tudo, assim, como um adulto faria, nos mínimos detalhes, até chegar à pulserinha cuja cor eu nem sei dizer, e cujo significado é "sexo oral".
E foi contando tudo, assim, como um adulto faria, nos mínimos detalhes, até chegar à pulserinha cuja cor eu nem sei dizer, e cujo significado é "sexo oral".
Isabel, tomei um susto. Minha filha de oito anos me descreveu o passo-a-passo das tais pulseiras, como se fosse um manual do Kamasutra. Fiquei sem fala. Me senti a pior das mães, uma jornalista desinformada sobre os próprios filhos. O assunto veio à tona no mesmo dia à noite, com o escândalo da menina de Londrina e depois outro e outro caso. Meninas e também meninos menores estavam usando - e abusando - do acessório aparentemente tão inocente quanto um "caiu no poço!" que brincávamos quando crianças. Só que agora a "salada mista" equivale a uma pulseira dourada, que rompida obriga o usuário a oferecer-se em sacrifício como numa orgia.
Sei que algumas pessoas acham que proibir não resolve e que isso seria uma espécie de confissão de culpa da/do menina/menino (sim, há meninos também), como se tivesse que pedir permissão para usar uma roupa ou um acessório (vide caso Geiza). Mas o que estou dizendo é que crianças não têm noção dos artifícios que adultos estão usando para atraí-las. Na hora do "pega pra capar" não são apenas adultos que entram em ação. São outras crianças e adolescentes, iguais àquelas usadas como escudo e como mulas na guerra do tráfico.
No início, a proibição do uso de mini-saias e shortinhos em escolas não foi uma simples atitude moralista, nem uma prevenção ao crime sexual. Foi uma questão relacionada à organização escolar - afinal, uniforme é uniforme. Mas querendo ou não, hoje isso vai além, porque a sexualidade, estimulada em demasia, fez com que meninos e meninas perdessem a noção dos cuidados consigo mesmos e com o outro. Cuidados que cabem aos pais e mães que deveriam dialogar, procurar saber, conversar, se informar. Eu sei disso, quem lê esse blog também sabe. Mas também sabemos que a maioria dos pais de hoje - isso se aplica em maior escala nas escolas públicas e comunidades carentes - são ainda os adolescentes de anteontem! E aí? Converse com uma mãe, como eu conversei durante anos como professora e vocês saberão.
Numa escola particular mostrada no seriado de tv, as saias curtas e as blusas amarradas na altura do umbigo são inspiração para as garotinhas inocentes fãs de grupos musicais. Mas na vida real, elas são um elogio à sensualidade precoce, quando meninas e meninos ainda não estão preparados para usar pulseirinhas de segundas e terceiras intenções. Se pais e mães têm maturidade e equilíbrio para orientar seus filhos a diferenciar a situação real da fantasia, ok. Mas... não pensamos nem fomos educados da mesma forma. Isso é real. E é isso que me preocupa muito todos os dias, quando vejo minha filha dormindo inocentemente agarrada ao seu burrico de pelúcia cor-de-rosa, enquanto la fora há gente maquinando como estuprar crianças, ou em como torturá-las (mesmo aquelas que são adotadas e deveriam ser mais bem cuidadas). Lendo o depoimento da Dra. Maria José, fico pensando se não estamos regredindo como seres humanos, a um tempo em que o infanticídio - e suas diversas formas - era uma coisa banal. E não tem sido?
A polêmica das pulseiras está aberta, mas creio que uma verdade ninguém vai negar: as pulseiras são apenas uma das muitas e muitas artimanhas das duas faces da pedofilia - a condenada publicamente e aquela que entra em nossas casas com a nossa permissão, pela antena da tv.
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